Há uns dias ouvi uma música com este título, mas eu preferia fazer a pergunta de maneira diferente. Prefiro perguntar "Do they know what is Christmas?". Eu diria que muitos não, mas ainda vão a tempo de saber. Pela primeira vez neste blog tento escrever com alguma seriedade, porque acho que é uma tema que por se ter tornado tão banal, deve ser lembrado como não banal. Independentemente da orientação religiosa, todos o festejam, pois para muitos é das poucas ocasiões do ano em que podem conviver com a família, até com os amigos. Felizmente para mim, posso fazê-lo todos os dias. E agradeço por isso. Mas queria apenas lembrar que o Natal não é esbanjar um subsídio extra em bens materiais. Correndo o risco de isto parecer uma daquelas mensagens natalicías que aparecem no fim dos filmes de Natal, com musica de fundo e toda a gente feita estúpida a cantar, gostaria de pedir para termos todos mais atenção às verdadeiras prendas, aquelas que nunca colocamos de lado mesmo ao fim de muitos anos. Quem adorava receber um brinquedo pelo Natal? Talvez toda a gente. Mas um brinquedo coloca-se de lado quando nos enchemos dele, quando se parte não lhe ligamos mais, quando nos "chateamos" com ele, esquecêmo-lo. Por tudo isto, não façam da vossa família e dos vossos amigos meros brinquedos natalícios. O amor e a amizade não se compram, merecem-se. O amor e a amizade podem durar mais do que uma vida. Se estas duas coisas se partirem, colam-se de novo, pois nenhuma delas é impossível de reconstruir.
Até pode haver por este Mundo quem não ligue a tudo isto. Quanto a esses, vivamos na esperança de um dia perceberem o que essas duas palavras significam. Quanto a mim, não as esqueço... Obrigado por também não se esquecerem...
Bom Natal a toda a minha família e a todos os meus amigos.
São os meus mais sinceros votos para esta quadra.
Luís Peixoto, the Scottish
domingo, dezembro 19, 2004
segunda-feira, dezembro 13, 2004
Coligação
Ao que tudo indica, O PSD não vai fazer coligação com o CDS/PP para as eleições do dia 20 de Fevereiro de 2005. Paulo Portas é que deve estar um bocado desiludido, pois sempre viu com bons olhos a ideia de uma cu-ligação.
Luís Peixoto, the Scottish
Luís Peixoto, the Scottish
sexta-feira, dezembro 03, 2004
To cut or not to cut...
Hoje tomei uma decisão importante na minha vida, cortei o cabelo... Pois é, mas ao contrário do Sansão, continuo com a mesma força e virilidade de sempre. Como gosto muito do meu cabelo, prefiro ter uma mulher a tratar dele do que um gajo qualquer que goste do Benfica, por exemplo. De maneira que não fui a um barbeiro, preferi então deixar o meu sed(b)oso cabelo nas mãos de uma mulher. Como todos sabemos, é nestes momentos que inventamos teorias e tudo o mais, quando estamos "a ber", à espera... Então lembrei-me daqueles gajos que têm a mania que são muito machos e dizem: "Quê? Cuaralho, cortar o cabelo num sítio cuom gaijas num é de hóme!".
Óh migos, quanto a esses gajos não sei, mas eu continuo a preferir ter uma mulher a lavar e a massajar o meu cabelo (e que bem que o faz), ter outra para o cortar (e que bem que o corta...) do que ter um gajo peludo e com voz grossa a meter-me a mão no cabelo enquanto fala do Benfica...
É só uma opinião pessoal...
Sláinte!
Luís Peixoto, the Scottish
Óh migos, quanto a esses gajos não sei, mas eu continuo a preferir ter uma mulher a lavar e a massajar o meu cabelo (e que bem que o faz), ter outra para o cortar (e que bem que o corta...) do que ter um gajo peludo e com voz grossa a meter-me a mão no cabelo enquanto fala do Benfica...
É só uma opinião pessoal...
Sláinte!
Luís Peixoto, the Scottish
quinta-feira, dezembro 02, 2004
A avestruz Leopoldina
Nos termos da lei, o espaço que se segue é da inteira responsabilidade dos intervenientes, segundo o Código Civil, artigo 41560, alínea 45, parágrafo 89 (Bandeira Nacional como pano de fundo a abanar como se estivesse no centro de um tufão, enquanto toca a música do costume).
Estou muito desiludido com o Continente... Após muitos anos a ouvir "Bem vindos ao mundo encantado dos brinquedos, onde há reis, princesas, dragões...", eis que surge um novo anúncio, remodelado, com nova música... Não há direito! O Continente acabou de mudar a minha concepção do Mundo, matou anos de sonho e de rejubilo. Há que agir perante este verdadeiro genocídeo. Todos juntos venceremos e voltaremos a ver a velha avestruz Leopoldina a cantar a mesma música de sempre!
Jovem, tu que estás como eu, desiludido com o Continente, junta-te à nossa luta e no próximo dia 10 de Dezembro, comparece junto do Continente mais próximo da tua residência e reivindica os teus direitos. Traz um amigo também...!
Este espaço recusa-se totalmente a fazer referências publicitárias e/ou transmitir qualquer mensagem de teor injurioso para com qualquer produto e/ou espaço comercial, mesmo quando estiver sob a ameaça de não vir a ter num futuro próximo desconto na carne do acem (e também na carne do aduzentos) e em outros produtos variados.
Luís Peixoto, the Scottish
Estou muito desiludido com o Continente... Após muitos anos a ouvir "Bem vindos ao mundo encantado dos brinquedos, onde há reis, princesas, dragões...", eis que surge um novo anúncio, remodelado, com nova música... Não há direito! O Continente acabou de mudar a minha concepção do Mundo, matou anos de sonho e de rejubilo. Há que agir perante este verdadeiro genocídeo. Todos juntos venceremos e voltaremos a ver a velha avestruz Leopoldina a cantar a mesma música de sempre!
Jovem, tu que estás como eu, desiludido com o Continente, junta-te à nossa luta e no próximo dia 10 de Dezembro, comparece junto do Continente mais próximo da tua residência e reivindica os teus direitos. Traz um amigo também...!
Este espaço recusa-se totalmente a fazer referências publicitárias e/ou transmitir qualquer mensagem de teor injurioso para com qualquer produto e/ou espaço comercial, mesmo quando estiver sob a ameaça de não vir a ter num futuro próximo desconto na carne do acem (e também na carne do aduzentos) e em outros produtos variados.
Luís Peixoto, the Scottish
segunda-feira, novembro 01, 2004
Os códigos d'Avintes...
Há uns dias atrás, vinha eu a descer uma das principais ruas de Braga meio distraído, quando olho para a montra da livraria Bertrand e algo me salta à vista, mais um livro da moda! Resolvi entrar e qual não é o meu espanto quando vejo que não se consegue circular dentro de uma livraria sem tropeçar em mais um "magnífico" e "novo" livro sobre o assunto da moda... Pois é, bastou aparecer um livro apenas, para que todos os outros livros do género saíssem das prateleiras cobertas de pó. Confesso que ainda não li o livro "O Código Da Vinci", talvez não o vá ler tão cedo, não só porque não estou com grande vontade, mas também porque o próprio facto de ser moda falar nesse tema, possa influenciar a minha leitura. Não quero com isto criticar todos estes livros, pois ainda não li nenhum, mas parece-me que muitos deles são de "qualidade duvidosa que ninguém duvida que são maus", como diria um amigo meu. Existem em exposição na Bertrand, mais de 10 livros que giram em torno de "O Código Da Vinci", estando todos eles expostos de uma forma que nos obriga a olhar para eles, quase sem nos apercebermos disso... Não vale a pena estar a escrever os títulos, qualquer pessoa que esteja atenta às livrarias sabe quais e quantos são.
Com isto, não quero criticar todos esses livros, acho que até são bons para se voltar a discutir temas que muitos não se atreveriam a discutir há uns tempos atrás. Basta recuar um pouco no tempo, para vermos que o primeiro que viesse a público escrever sobre "A verdadeira história de Jesus" era imediatamente conotado como "lunático" ou algo parecido. Mas hoje não, hoje é um grande escritor, é quase um génio...
Preocupa-me o facto de a maior parte de nós mostrar reservas em acreditar em alguns factos históricos que muitos historiadores mostraram ser irrefutáveis, mas ao mesmo tempo acreditarmos em toda uma história criada por um escritor... É preocupante quando lemos algo e tomamos aquilo como um dado adquirido, sem colocar a mínima reserva, principalmente quando é algo dito ou escrito por uma ou duas pessoas. Não duvido que Dan Brown seja um bom escritor, mas daí até ser um investigador que nos traga a luz e o conhecimento que até hoje ninguém nos tinha trazido tão nitidamente, vai uma diferença substancial. Bom, mas nem é por isto que estou a escrever, é mais pelo facto de estarmos a ser "bombardeados" com livros sobre os Templários, o Santo Graal, Jesus, Maria Madalena e tudo o que gira em torno destes assuntos. No meio disto tudo, preocupa-me o facto de muitos destes livros terem sido escritos "à pressão", após o lançamento do livro "O Código Da Vinci", que ao que me têm dito, tem bastante qualidade.
Por tudo isto, é importante que saibamos "filtrar" a informação que nos é dada, sabendo distinguir entre o que é bom e o que é mau.
Em último lugar, gostava de falar da repentina descoberta da possível genialidade de Da Vinci. Ninguém duvida do seu talento e até do facto de poder ser considerado um "génio", dependendo do sentido que se dá ao termo, mas muitos dos grande génios mundiais nunca foram reconhecidos como tal, muitos deles até estão onde menos imaginamos estarem...
Até breve.
Luís Peixoto, the Scottish
Com isto, não quero criticar todos esses livros, acho que até são bons para se voltar a discutir temas que muitos não se atreveriam a discutir há uns tempos atrás. Basta recuar um pouco no tempo, para vermos que o primeiro que viesse a público escrever sobre "A verdadeira história de Jesus" era imediatamente conotado como "lunático" ou algo parecido. Mas hoje não, hoje é um grande escritor, é quase um génio...
Preocupa-me o facto de a maior parte de nós mostrar reservas em acreditar em alguns factos históricos que muitos historiadores mostraram ser irrefutáveis, mas ao mesmo tempo acreditarmos em toda uma história criada por um escritor... É preocupante quando lemos algo e tomamos aquilo como um dado adquirido, sem colocar a mínima reserva, principalmente quando é algo dito ou escrito por uma ou duas pessoas. Não duvido que Dan Brown seja um bom escritor, mas daí até ser um investigador que nos traga a luz e o conhecimento que até hoje ninguém nos tinha trazido tão nitidamente, vai uma diferença substancial. Bom, mas nem é por isto que estou a escrever, é mais pelo facto de estarmos a ser "bombardeados" com livros sobre os Templários, o Santo Graal, Jesus, Maria Madalena e tudo o que gira em torno destes assuntos. No meio disto tudo, preocupa-me o facto de muitos destes livros terem sido escritos "à pressão", após o lançamento do livro "O Código Da Vinci", que ao que me têm dito, tem bastante qualidade.
Por tudo isto, é importante que saibamos "filtrar" a informação que nos é dada, sabendo distinguir entre o que é bom e o que é mau.
Em último lugar, gostava de falar da repentina descoberta da possível genialidade de Da Vinci. Ninguém duvida do seu talento e até do facto de poder ser considerado um "génio", dependendo do sentido que se dá ao termo, mas muitos dos grande génios mundiais nunca foram reconhecidos como tal, muitos deles até estão onde menos imaginamos estarem...
Até breve.
Luís Peixoto, the Scottish
terça-feira, setembro 14, 2004
TV Shop
Ao fim de alguns dias sem escrever, sou forçado a fazê-lo. Ao fim de tanto tempo, o Sr. Presidente da República de Portugal, Dr. Jorge Sampaio, achou que para o bem Nação, eu deveria voltar a premiar este nobre povo lusitano, com mais alguns momentos de pura estupidez e parvalheira. Vai daí que me escreve uma carta a dizer "Ah e tal, vê lá se escreves, porque isto não é assim e tal e um gajo tá aqui sem fazer nada a aturar o Portas a dizer que quer festa da grande e eu disse-lhe, Portas olha que isto não é uma República das Bananas! Ele ficou muito chateado por saber isso e disse, Epah não seja por isso, mandam-se vir de outro país!" De modo que me senti na obrigação de voltar a escrever, para gáudio da nação.
E vou escrever sobre o quê?
Vou escrever sobre essa cultura, esse modo de vida, essa verdadeira filosofia de vida que é a TV Shop, actualmente mais conhecida como GigaShopping.
Quem nunca chegou tarde a casa e ligou a televisão a pensar "Eiiiii tá a dar o TV Shop, wowow, é a loucura!" que se acuse. Mas qual Canal Íntimo, qual DSF, a TV Shop é que tá a "rular".
O mais fixe de tudo é que são lá anunciados produtos de extrema utilidade. Eu era um jovem rebelde, mas agora que vejo a TV Shop, sou um jovem amiiiiiigo!
Quem nunca precisou de uma cama insuflável que suporta ursos, tigres ou leões marinhos? Ah pois é, nunca se sabe quando vai aparecer um leão marinho em nossa casa e aí, temos que o acomodar devidamente. Recorrendo a quê? À cama insuflável que se enche com gente em cima e tudo! É fácil de arrumar e tudo!
Haverá alguém no Mundo que nunca tenha precisado de um conjunto de facas japonesas que até cortam sapatos? É absolutamente incrível, eu sempre quis ter uma faca que cortasse sapatos, um homem não vive sem isso.
Se já tivermos tudo isto, podemos ainda comprar um magnífico liquidificador que até transforma cabaças em sumarentos sumos naturais e na compra de tudo isto ainda recebe completamente grátis (mediante o pagamento de 21 Euros) um magnífico Super Slicer para cortar todos os vegetais (menos o vosso) em apenas 10 segundos.
E vou escrever sobre o quê?
Vou escrever sobre essa cultura, esse modo de vida, essa verdadeira filosofia de vida que é a TV Shop, actualmente mais conhecida como GigaShopping.
Quem nunca chegou tarde a casa e ligou a televisão a pensar "Eiiiii tá a dar o TV Shop, wowow, é a loucura!" que se acuse. Mas qual Canal Íntimo, qual DSF, a TV Shop é que tá a "rular".
O mais fixe de tudo é que são lá anunciados produtos de extrema utilidade. Eu era um jovem rebelde, mas agora que vejo a TV Shop, sou um jovem amiiiiiigo!
Quem nunca precisou de uma cama insuflável que suporta ursos, tigres ou leões marinhos? Ah pois é, nunca se sabe quando vai aparecer um leão marinho em nossa casa e aí, temos que o acomodar devidamente. Recorrendo a quê? À cama insuflável que se enche com gente em cima e tudo! É fácil de arrumar e tudo!
Haverá alguém no Mundo que nunca tenha precisado de um conjunto de facas japonesas que até cortam sapatos? É absolutamente incrível, eu sempre quis ter uma faca que cortasse sapatos, um homem não vive sem isso.
Se já tivermos tudo isto, podemos ainda comprar um magnífico liquidificador que até transforma cabaças em sumarentos sumos naturais e na compra de tudo isto ainda recebe completamente grátis (mediante o pagamento de 21 Euros) um magnífico Super Slicer para cortar todos os vegetais (menos o vosso) em apenas 10 segundos.
Se já não lhes apetecer ler mais sobre a TV Shop, fechem o raio da janela do Internet Explorer e vão ver os Telettubies. Aviso já que o Telettubie roxo senta-se em bancos de jardim antes da outra pessoa se levantar, segundo os jornais britânicos.
Se tiverem alguma reclamação a fazer sobre mim, não a façam porque eu também não vos curto.
Como diz esse mister, "Eu qué que sá fódá!"
E assim foi mais um momento de parvalheira...
Até uma próxima oportunidade.
Luís Peixoto, the Scottish
Se tiverem alguma reclamação a fazer sobre mim, não a façam porque eu também não vos curto.
Como diz esse mister, "Eu qué que sá fódá!"
E assim foi mais um momento de parvalheira...
Até uma próxima oportunidade.
Luís Peixoto, the Scottish
quinta-feira, agosto 26, 2004
A praia...
Confesso que nunca fui muito apreciador de praia e de tudo o que ela implica, mas confesso também que já tinha algumas saudades de ir à praia, passar um dia.
Não gosto da praia por algumas coisas que ela implica, como estar horas a torrar estupidamente ao Sol, um hábito de muita gente que sinceramente não consigo entender a sua finalidade. Dizem que é para o bronze, mas eu cá não entendo qual é a piada de parecermos norte-africanos durante um ou dois meses e parecermos Europeus durante os outros 10 meses do ano... Enfim, cada tolo a sua mania. O que também me irrita solenemente é o facto de a areia "ganhar vida própria" quando lá estamos, procurando sempre o melhor e mais incómodo local para se enfiar. Já não falo dos muitos "Tugas" que por lá aparecem, deixando tudo o que é lixo debaixo da areia e passando a correr por entre as toalhas, enquanto berram para as suas "crias" pérolas linguístas do género "Anda cá meu caralho que eu já te aqueço esse cú!". Fora do contexto, seria uma frase no mínimo incriminadora...
Mas nem tudo é assim na praia... Hoje voltei ao passado, revivi velhos tempos. Já tinha saudades de ouvir o mar, de jogar futebol na praia, de jogar às cartas, de tanta coisa mais... Não tinha saudades de jogar Uno na praia, porque este ano foi a primeira vez que o fiz, mas vou ter saudades, até à próxima vez que o fizer... Até tinha saudades de vir embora no carro, a ouvir uma música calma, num fim de tarde lindo, em que o Sol ainda brilhava e parecia não querer deixar de nos presentear com a sua cor de "fim de tarde". Correndo o risco de caír num paradoxo e de me contrariar, tinha até saudades de sentir a areia no corpo, para depois de chegar a casa tomar um retemperante banho e ser "presenteado" com um "manjar dos Deuses" ao jantar... Foi um dia muito bem passado, na companhia dos amigos. Agora, chegado ao fim do dia, apercebo-me de como sabe tão bem partilhar experiências com os outros, enquanto ouço um verdadeiro "Lullaby" para os meus ouvidos, pela voz da Loreena McKennit...
Luís Peixoto, the Scottish
Não gosto da praia por algumas coisas que ela implica, como estar horas a torrar estupidamente ao Sol, um hábito de muita gente que sinceramente não consigo entender a sua finalidade. Dizem que é para o bronze, mas eu cá não entendo qual é a piada de parecermos norte-africanos durante um ou dois meses e parecermos Europeus durante os outros 10 meses do ano... Enfim, cada tolo a sua mania. O que também me irrita solenemente é o facto de a areia "ganhar vida própria" quando lá estamos, procurando sempre o melhor e mais incómodo local para se enfiar. Já não falo dos muitos "Tugas" que por lá aparecem, deixando tudo o que é lixo debaixo da areia e passando a correr por entre as toalhas, enquanto berram para as suas "crias" pérolas linguístas do género "Anda cá meu caralho que eu já te aqueço esse cú!". Fora do contexto, seria uma frase no mínimo incriminadora...
Mas nem tudo é assim na praia... Hoje voltei ao passado, revivi velhos tempos. Já tinha saudades de ouvir o mar, de jogar futebol na praia, de jogar às cartas, de tanta coisa mais... Não tinha saudades de jogar Uno na praia, porque este ano foi a primeira vez que o fiz, mas vou ter saudades, até à próxima vez que o fizer... Até tinha saudades de vir embora no carro, a ouvir uma música calma, num fim de tarde lindo, em que o Sol ainda brilhava e parecia não querer deixar de nos presentear com a sua cor de "fim de tarde". Correndo o risco de caír num paradoxo e de me contrariar, tinha até saudades de sentir a areia no corpo, para depois de chegar a casa tomar um retemperante banho e ser "presenteado" com um "manjar dos Deuses" ao jantar... Foi um dia muito bem passado, na companhia dos amigos. Agora, chegado ao fim do dia, apercebo-me de como sabe tão bem partilhar experiências com os outros, enquanto ouço um verdadeiro "Lullaby" para os meus ouvidos, pela voz da Loreena McKennit...
Luís Peixoto, the Scottish
domingo, agosto 22, 2004
França em família
Há poucos minutos atrás fiz uma dedução que me parece que tem o seu grau de acerto... Constatei que a mãe da França devia ter muitos irmãos, pois uma das expressões que mais se ouve agora em Agosto é: "Olha o tio da França!!"
This stupid moment was sponsored by Siemens. mobile.
Luís Peixoto, the Scottish
This stupid moment was sponsored by Siemens. mobile.
Luís Peixoto, the Scottish
Nova espécie
Hoje de tarde enquanto lanchava, ao pegar na embalagem de fiambre, reparei num aspecto que pode constituir um novo conceito científico. Reparei que os porcos, têm mais uma perna do que as quatro que se pensava ter, ou seja, têm cinco. É que na embalagem tinha escrito: "Fiambre da Perna Extra".
Luís Peixoto, the Scottish
Luís Peixoto, the Scottish
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