Custa mas tem que ser. Este é o último post oficial neste endereço de blog.
Após quase um ano (este blog foi criado em fins de Agosto de 2004), vejo-me obrigado a mudar de endereço, mas as razões dessa decisão são explicadas no meu novo blog.
Em pouco mais de um ano é a segunda vez que mudo de endereço de blog, mas mudar é crescer, evoluir...
Agradeço a todos os que visitaram este blog, mas a festa não acabou e "the show must go on". E continua... Em http://macballister.blog.com
Até já...
Luís Peixoto, the Scottish
segunda-feira, agosto 15, 2005
sexta-feira, agosto 12, 2005
Persistence of Memory

A sala estava vazia... Por muito pequena que fosse, nunca aquele pequeno espaço tinha sido tão grande. Vazio, frio, quase abandonado... Os sons que se ouviam, ecoavam de longe. Longe fisicamente, muito mais longe no pensamento. O tempo tinha voado, ainda ontem não estava ali. Aquela sala tinha guitarras, mas nem um estalido de uma corda se ouvia. Nem mesmo os passos mais apressados dos que querem ser mais do que nós incomodavam...
Dei por mim a viajar no tempo e a retrospectivar a minha vida. Só Damien Rice era capaz de prender a atenção, só a sua Blower's Daughter tinha a capacidade de ecoar por toda a sala. A única música que existia naquele computador parecia estar ali para este momento. Sozinho, mas ao mesmo tempo acompanhado. Fragmentos de memória acompanhavam-me durante aqueles curtos minutos. O retroceder de um ano e pensar o que eu era, pensar o que sou e mais do que isso, pensar o que poderei ser...
Por um lado, a nostalgia... Por outro, a ansiedade de quem espera pelos dias de descanso. Se por um lado pensava em descansar, por outro, pensava nos momentos únicos que tinha vivido durante o ano que tinha passado. Únicos. Mesmo aqueles em que tudo se resumia a olhar para um livro e não saber o que dizer ou pensar. Mesmo aqueles em que deixava de racionalizar e só conseguia fechar os olhos e pensar que um dia, tudo aquilo valerá a pena.
A música acabou. Com ela, um ano passou... E mesmo que um dia eu ache tudo isto muito ridículo, fica o desejo de repetir por muitos anos tudo o que vivi, não só neste ano, mas nos 20 anos que tive a felicidade de viver até hoje.
Afinal, valeu a pena esperar.
Obrigado aos que me dão o privilégio de os acompanhar. Aos que conheço há menos de um ano e muito especialmente, aos que eu acompanho há anos...
Sois os maiores...
O melhor é não fazer "repeat" da música do Damien Rice que isto tá a ficar sentimentalista demais.
Luís Peixoto, the Scottish
Garden beauty

Ao visitar um blog bem conhecido, recordei-me de um dos melhores filmes que vi. E não, não falo do "Braveheart" (porque esse é o melhor), mas sim de "Garden State".
Aqueles que me conhecem bem, sabem que eu gosto de cinema um bocado alternativo e que dispenso muito bem filmes de super-heróis e de gajos que vão para a selva e limpam tudo... Até vão pensar, "Óh, é mais um filme muito à frente que este gajo viu...". É e não é. É muito à frente porque está muito à frente da maioria dos filmes, mas ao mesmo tempo não o é porque é um filme de uma simplicidade que chegamos a duvidar dela.
Já vi o filme há uns meses atrás, mas por mim via-o todos os dias. Acho que o DVD ainda não saiu, mas quando saír não vai demorar muito até eu o ter nas minhas mãos. E o mesmo devia acontecer com toda a gente. É o filme obrigatório. A simplicidade do filme faz-nos pensar na complexidade em que tornámos as nossas vidas, mesmo sendo tudo tão simples, assustadoramente simples.
Zach Braff é actor, realizador e argumentista deste filme. E o rapaz tem talento. Até porque já o tinha mostrado e continua a mostrar em "Scrubs", ou em português "Médicos e Estagiários", que passa na Sic Radical. Além disso, tem a Natalie Portman... E sim, convém ver o filme duas vezes, uma para ver o filme, outra para ver a Natalie Portman.
É o tipo de filme que nos deixa com aquele sorriso estúpido no fim do filme, mas o sorriso de criança que adorou comer um chocolate. Neste caso, de adulto (ou não) que acabou de ver um dos melhores filmes de sempre. E é extremamente fácil identificarmo-nos com as personagens. Até parece que Zach Braff se inspirou na vida de cada um de nós para fazer este filme...
Como se tudo isto não chegasse, tem uma banda sonora muito, mas mesmo muito boa... Aliás, para quem quiser, recomendo a música "Fair", dos Remy Zero.
Quem quiser aprofundar conhecimentos sobre o filme, pode visitar http://www.rottentomatoes.com/m/garden_state/ .
A imagem que está no início deste artigo foi escolhida por mim, porque acho que é uma das imagens do filme que mais significado tem, para quem já o viu.
O filme é esta imagem, ou esta imagem é o filme...
Luís Peixoto, the Scottish
domingo, agosto 07, 2005
Imagem dupla
Inauguro aqui neste acolhedor blog, o espaço "Imagem dupla".
Todos já reparamos que existem pessoas muito parecidas e muitos de nós até suspeitam que uma pessoa desempenhe duas personagens sem que reparemos. Pois é, nunca se sabe se é um plano para dominarem o Mundo, por isso, este espaço tem como objectivo divulgar estas mesmas pessoas que se fazem passar por outras, mas que na realidade são uma e a mesma pessoa.
Brevemente colocarei um desses casos aqui.
Luís Peixoto, the Scottish
Todos já reparamos que existem pessoas muito parecidas e muitos de nós até suspeitam que uma pessoa desempenhe duas personagens sem que reparemos. Pois é, nunca se sabe se é um plano para dominarem o Mundo, por isso, este espaço tem como objectivo divulgar estas mesmas pessoas que se fazem passar por outras, mas que na realidade são uma e a mesma pessoa.
Brevemente colocarei um desses casos aqui.
Luís Peixoto, the Scottish
segunda-feira, agosto 01, 2005
Diário de Bordo - Dia 3
Dia 20 de Julho de 2005.
Era já Quarta-feira, meio da semana e ainda nada de produtivo para a sociedade estes 4 tinham feito. O dia começara cedo, por volta das 9 horas. A hora não era de resmungar (por muito que o Bósnia o quisesse), mas sim de acordar e preparar para visitar a vetusta Bracara Augusta.
A chamada higiene pessoal estava feita. O melhor era beber um leite ou café matinal e partir para Braga. Havia muito que fazer (ou não) na Faculdade destes 4. A todo o momento podia saír a nota da última disciplina a saber. Em caso de nota negativa, havia que inscrever para Setembro e o prazo era só até Sexta-feira. O momento da verdade estava perto...
Com um misto de ansiedade por chegar a Braga e nervosismo por saber a nota, os 4 fazem os 40 km que separam o Gerês de Braga (e vice-versa).
Foi como mudar do dia para a noite. No Gerês, respirava-se um ar limpo que em poucos locais se encontra e o sol brilhava o quanto queria. Em Braga, o ar estava seco, havia uma espécie de neblina criada pelo fumo dos incêndios. O cheiro a fumo, esse, era intenso. Não restavam dúvidas. Estavamos na nossa tão estimada cidade.
Na Faculdade já se perfilavam alguns curiosos à espera da nota. Quando souberam que a nota não tinha saído, criou-se um ambiente de guerrilha. Um exército de membros do sexo femenino preparava-se para invadir a secretaria enquanto aos 4 só lhes apetecia dizer "Oh amigo, isto num é benha benha benha...". Mas isso nunca resolve nada. Resignados, os 4 contfraternizaram com as pessoas que iam encontrando por lá, talvez matando já saudades dos árduos dias de trabalho que ali passaram juntos, embora pouco tempo tivesse corrido desde aí.
Depois de tudo isto, chegaram à brilhante conclusão que o melhor era irem almoçar. O Bale decidiu ir almoçar a casa, com a família. O Rui tomou a mesma decisão. No entanto, o Xapo e o Bósnia, tinham coisas combinadas com membros do sexo oposto. Não sei o que se passou durante aquele almoço, mas acho que não o quero saber, pelo menos para já...
A tarde foi passada em casa, mas antes ainda houve tempo de ir jogar no Euro Milhões. Diga-se, que não deu nada.
Ao fim da tarde, o regresso ao Gerês era inevitável e foi com um sentimento de alívio que os 4 sentiram de novo a liberdade desta terra. Neste momento já o Rui tinha escrito mil milhões de SMS e o Xapo não queria perder este duelo e não deixou também de mandar SMS.
As tendas estavam no mesmo sítio, tudo estava no mesmo sítio, ou seja, fora do sítio. Sim, porque arrumação era palavra que por vezes escapava aos 4. Hora de jantar e tudo "a ber...".
Uma esparguete com natas e pedaços de fiambre, acompanhada com salsichas "foi que nem rosca". Soube a cabrito. Uma maravilha. No entanto, só no fim de jantar é que estes se aperceberam que tinham comido demais... Por momentos, Bale e Bósnia sentiram que estavam prestes a estourar, qual Big Bang...
A noite caía e para variar, não havia muito para fazer, além de conversar e "ber...".
Enganem-se os que pensam que isto foi entediante. Os dias estavam a passar sem que se desse por isso...
Luís Peixoto, the Scottish
Era já Quarta-feira, meio da semana e ainda nada de produtivo para a sociedade estes 4 tinham feito. O dia começara cedo, por volta das 9 horas. A hora não era de resmungar (por muito que o Bósnia o quisesse), mas sim de acordar e preparar para visitar a vetusta Bracara Augusta.
A chamada higiene pessoal estava feita. O melhor era beber um leite ou café matinal e partir para Braga. Havia muito que fazer (ou não) na Faculdade destes 4. A todo o momento podia saír a nota da última disciplina a saber. Em caso de nota negativa, havia que inscrever para Setembro e o prazo era só até Sexta-feira. O momento da verdade estava perto...
Com um misto de ansiedade por chegar a Braga e nervosismo por saber a nota, os 4 fazem os 40 km que separam o Gerês de Braga (e vice-versa).
Foi como mudar do dia para a noite. No Gerês, respirava-se um ar limpo que em poucos locais se encontra e o sol brilhava o quanto queria. Em Braga, o ar estava seco, havia uma espécie de neblina criada pelo fumo dos incêndios. O cheiro a fumo, esse, era intenso. Não restavam dúvidas. Estavamos na nossa tão estimada cidade.
Na Faculdade já se perfilavam alguns curiosos à espera da nota. Quando souberam que a nota não tinha saído, criou-se um ambiente de guerrilha. Um exército de membros do sexo femenino preparava-se para invadir a secretaria enquanto aos 4 só lhes apetecia dizer "Oh amigo, isto num é benha benha benha...". Mas isso nunca resolve nada. Resignados, os 4 contfraternizaram com as pessoas que iam encontrando por lá, talvez matando já saudades dos árduos dias de trabalho que ali passaram juntos, embora pouco tempo tivesse corrido desde aí.
Depois de tudo isto, chegaram à brilhante conclusão que o melhor era irem almoçar. O Bale decidiu ir almoçar a casa, com a família. O Rui tomou a mesma decisão. No entanto, o Xapo e o Bósnia, tinham coisas combinadas com membros do sexo oposto. Não sei o que se passou durante aquele almoço, mas acho que não o quero saber, pelo menos para já...
A tarde foi passada em casa, mas antes ainda houve tempo de ir jogar no Euro Milhões. Diga-se, que não deu nada.
Ao fim da tarde, o regresso ao Gerês era inevitável e foi com um sentimento de alívio que os 4 sentiram de novo a liberdade desta terra. Neste momento já o Rui tinha escrito mil milhões de SMS e o Xapo não queria perder este duelo e não deixou também de mandar SMS.
As tendas estavam no mesmo sítio, tudo estava no mesmo sítio, ou seja, fora do sítio. Sim, porque arrumação era palavra que por vezes escapava aos 4. Hora de jantar e tudo "a ber...".
Uma esparguete com natas e pedaços de fiambre, acompanhada com salsichas "foi que nem rosca". Soube a cabrito. Uma maravilha. No entanto, só no fim de jantar é que estes se aperceberam que tinham comido demais... Por momentos, Bale e Bósnia sentiram que estavam prestes a estourar, qual Big Bang...
A noite caía e para variar, não havia muito para fazer, além de conversar e "ber...".
Enganem-se os que pensam que isto foi entediante. Os dias estavam a passar sem que se desse por isso...
Luís Peixoto, the Scottish
sexta-feira, julho 29, 2005
Irlanda de todos
"IRA ordena fim da luta armada
Em comunicado, o IRA refere que «ordenou formalmente o fim da luta armada, com efeito às 16:00 de hoje».
O IRA pede ainda aos seus membros que deponham as armas e contribuam para alcançar os seus objectivos por meios exclusivamente «democráticos, políticos e pacíficos».
No entanto, a organização sublinha que não se dissolverá, um dos pedidos apresentados pelos unionistas para negociar com o Sinn Fein, braço armado do IRA, a formação de um governo partilhado no Ulster, que permanece suspenso desde 2002 por um suposto caso de espionagem do IRA em departamentos governamentais.
Esta decisão histórica do IRA, que cumpre um cessar-fogo em vigor desde 1997, deve conduzir à desactivação do conjunto do aparelho paramilitar da organização, iniciativa sem precedentes desde a formação desdte grupo clandestino em 1970." - in TSF.
Finalmente, o IRA (Irish Republican Army) deu um exemplo a todos os outros grupos armados do Mundo. É com enorme satisfação pessoal que vejo esta notícia (divulgada ontem). No entanto, acho que não devo ser o único a quase emocionar-me ao ler esta notícia. Ao fim de muitos anos, abre-se um novo caminho para alcançar a paz na Irlanda do Norte e quem sabe, finalmente unificar as duas Irlandas numa só. É isso que eu espero, para um país que me diz tanto e que tanto merece ser grande...
Luís Peixoto, the Scottish
Em comunicado, o IRA refere que «ordenou formalmente o fim da luta armada, com efeito às 16:00 de hoje».
O IRA pede ainda aos seus membros que deponham as armas e contribuam para alcançar os seus objectivos por meios exclusivamente «democráticos, políticos e pacíficos».
No entanto, a organização sublinha que não se dissolverá, um dos pedidos apresentados pelos unionistas para negociar com o Sinn Fein, braço armado do IRA, a formação de um governo partilhado no Ulster, que permanece suspenso desde 2002 por um suposto caso de espionagem do IRA em departamentos governamentais.
Esta decisão histórica do IRA, que cumpre um cessar-fogo em vigor desde 1997, deve conduzir à desactivação do conjunto do aparelho paramilitar da organização, iniciativa sem precedentes desde a formação desdte grupo clandestino em 1970." - in TSF.
Finalmente, o IRA (Irish Republican Army) deu um exemplo a todos os outros grupos armados do Mundo. É com enorme satisfação pessoal que vejo esta notícia (divulgada ontem). No entanto, acho que não devo ser o único a quase emocionar-me ao ler esta notícia. Ao fim de muitos anos, abre-se um novo caminho para alcançar a paz na Irlanda do Norte e quem sabe, finalmente unificar as duas Irlandas numa só. É isso que eu espero, para um país que me diz tanto e que tanto merece ser grande...
Luís Peixoto, the Scottish
terça-feira, julho 26, 2005
A verdade dos factos
Comunicado oficial do autor deste mesmo blog, portanto, aquele que estão a ler neste momento, a não ser que já o tenham lido e isso já não conta como o blog ser este. E tal...
Eu, Scottish, após a cuidada leitura de alguns comentários colocados aqui neste blog, venho por este meio repôr a verdade, para que nada fique em tom dúbio. Fui constantemente acusado aqui de "boiolice" por elementos que visitam o meu blog, nomeadamente por um indíviduo que se esconde por trás de um nome como "sem alcunha", mas o qual eu sei onde mora. Ah pois é...
Por isto, venho aqui saír em minha própria defesa, para que a minha masculinidade não seja posta em causa. Contra factos não há argumentos, por isso, passo a apresentar as seguintes provas da minha masculinidade.
1.
a) Aquando da minha fase escolar (entenda-se, em criança) utilizei meias brancas com raquetes cruzadas com a inscrição "Tennis". Isto, como todos devem saber, é de homem. Quem nunca as utilizou, não é homem;
b) E mais! Essas mesmas meias foram sendo utilizadas numa fase posterior a essa. Aliás, muito depois dessa fase ainda as utilizei. Diria mais. Não tenho provas, mas julgo estar em condições de afirmar que ainda hoje possuo uns pares de meias desse género, embora não as utilize como prática corrente.
2. Como consta no artigo 5, alínea b, parágrafo 6 e linha 8 do Código da Masculinidade, ler o jornal desportivo todos os dias, é de homem. Ora, possuo provas de que o faço diariamente, podendo até mostrar, a quem se predispuser a tal, os jornais dos últimos dias.
3. Como são prova os dois artigos anteriores a este, publicados neste blog, estive a acampar no Gerês. Isso, mais uma vez, é de homem. Mais ainda é o facto de ter mergulhado nas gélidas águas do Gerês. É um dado adquirido de que essas águas, fazem enrijecer, à homem! E mais... Já é o quarto ano consecutivo que o faço.
4. Outra das provas da minha masculinidade, é o facto de comer arroz de frango desalmadamente e ser adepto da chamada cerveja. Claro que no fim de consumar estes dois actos, tem que se arrotar. Aí sim, é de homem.
5. Por último, basta dizer que detenho cerca de 33% de um CD dos Diapasão. Isto, porque a compra foi repartida por 3 indivíduos, sendo eles eu, o Acosta e o Cocas. Mais uma vez, isto é de homem.
Por tudo isto, ninguém ouse colocar em causa a masculinidade de alguém que apresenta estes factos. Até porque, o termo boiola pode ter diversas interpretações.
Bem sei que acusei os franceses de serem boiolas. E são. Eles não usam meias Tennis, não costumam ler jornais desportivos, não têm o Gerês, não conhecem o arroz de frango e a cerveja e principalmente, não têm os Diapasão...
P.S. - O relato do Diário de Bordo continua brevemente.
Luís Peixoto, the Scottish
Eu, Scottish, após a cuidada leitura de alguns comentários colocados aqui neste blog, venho por este meio repôr a verdade, para que nada fique em tom dúbio. Fui constantemente acusado aqui de "boiolice" por elementos que visitam o meu blog, nomeadamente por um indíviduo que se esconde por trás de um nome como "sem alcunha", mas o qual eu sei onde mora. Ah pois é...
Por isto, venho aqui saír em minha própria defesa, para que a minha masculinidade não seja posta em causa. Contra factos não há argumentos, por isso, passo a apresentar as seguintes provas da minha masculinidade.
1.
a) Aquando da minha fase escolar (entenda-se, em criança) utilizei meias brancas com raquetes cruzadas com a inscrição "Tennis". Isto, como todos devem saber, é de homem. Quem nunca as utilizou, não é homem;
b) E mais! Essas mesmas meias foram sendo utilizadas numa fase posterior a essa. Aliás, muito depois dessa fase ainda as utilizei. Diria mais. Não tenho provas, mas julgo estar em condições de afirmar que ainda hoje possuo uns pares de meias desse género, embora não as utilize como prática corrente.
2. Como consta no artigo 5, alínea b, parágrafo 6 e linha 8 do Código da Masculinidade, ler o jornal desportivo todos os dias, é de homem. Ora, possuo provas de que o faço diariamente, podendo até mostrar, a quem se predispuser a tal, os jornais dos últimos dias.
3. Como são prova os dois artigos anteriores a este, publicados neste blog, estive a acampar no Gerês. Isso, mais uma vez, é de homem. Mais ainda é o facto de ter mergulhado nas gélidas águas do Gerês. É um dado adquirido de que essas águas, fazem enrijecer, à homem! E mais... Já é o quarto ano consecutivo que o faço.
4. Outra das provas da minha masculinidade, é o facto de comer arroz de frango desalmadamente e ser adepto da chamada cerveja. Claro que no fim de consumar estes dois actos, tem que se arrotar. Aí sim, é de homem.
5. Por último, basta dizer que detenho cerca de 33% de um CD dos Diapasão. Isto, porque a compra foi repartida por 3 indivíduos, sendo eles eu, o Acosta e o Cocas. Mais uma vez, isto é de homem.
Por tudo isto, ninguém ouse colocar em causa a masculinidade de alguém que apresenta estes factos. Até porque, o termo boiola pode ter diversas interpretações.
Bem sei que acusei os franceses de serem boiolas. E são. Eles não usam meias Tennis, não costumam ler jornais desportivos, não têm o Gerês, não conhecem o arroz de frango e a cerveja e principalmente, não têm os Diapasão...
P.S. - O relato do Diário de Bordo continua brevemente.
Luís Peixoto, the Scottish
domingo, julho 24, 2005
Diário de bordo - Dia 2
Dia 19 de Julho de 2005.
O dia começa com o Sol a mostrar-se sem receios sobre as imponentes montanhas do Gerês. A luz envolvida numa pequena brisa matinal fizeram acordar Bale antes de todos os outros, cerca das 9 da manhã. O padeiro também contribui para este despertar, fazendo soar a sua incessante buzina por todo o parque. Bale acorda e exclama: "Ohh Xapo!", numa tentativa de acordar Cocas. Tentativa esta que foi bem sucedida. Após o chamado banho matinal, ambos vão tomar um café à máquina da PUUUUURTARIA!!!. O Rui ainda estava a despertar e o Bósnia, esse, ainda estava enfiado no saco cama, qual sardinha dentro da lata.
Como era preciso fazer compras para comer, o Bale e o Cocas foram até à vila, a pé. Havia algum movimento por lá, mas não havia era dinheiro no bolso de ambos e muito menos nas caixas multibanco. Teria que se esperar pelos outros dois para fazer compras. Depois de mais de uma hora "a ber" nas arcadas da vila, eis que chega o Bósnia e o Rui. O Rui já há muito que estava acordado, mas ficou à espera de sua mordomia Bósnia, que dormiu até às 11.
Chegados todos à vila, havia que fazer compras para jantar à noite. Ao almoço mais uma vez, os chamados "hambúrgas" rolaram bem. De tarde, se a memória não me falha, os 4 desceram o rio pelo meio dos calhaus, sem que qualquer um deles tenha desafiado a gravidade a tal ponto de olhar mais de perto as pedras e o rio. Depois disto, só um mergulho na lagoa revitalizaria estes quatro. Verdade seja dita, aquela lagoa até revitalizaria D. Afonso Henriques...
Tava na hora de começar a cozinhar. Junto ao rio, o Bósnia começava a preparar a esparguete e o Bale fazia as brasas para as fêveras. Começava a anoitecer e a comida ainda não estava pronta. Solução? Velas... Num cenário quase medieval, em que se comia carne com massa, onde se bebia por canecas de alúminio enquanto se ouvia o som do rio a correr e onde as velas iluminavam a mesa de pedra, passou-se aquele que foi o melhor jantar da semana no Gerês. Não em termos de qualidade do alimento (embora fosse enorme), mas sim do ambiente vivido.
À noite, a guitarra continuava a ser a melhor companhia destes 4, fazendo ecoar por todo o parque músicas bem conhecidas de todos eles. Já passava das 23 horas, hora a partir da qual não se podia fazer qualquer tipo de ruído.
Amanhã era dia de ir a Braga, à Faculdade. Por isso, o melhor era dormirem para acordarem cedo, tarefa que viria a ser hercúlea para todos... Mas isso, é história para o próximo dia.
Luís Peixoto, the Scottish
O dia começa com o Sol a mostrar-se sem receios sobre as imponentes montanhas do Gerês. A luz envolvida numa pequena brisa matinal fizeram acordar Bale antes de todos os outros, cerca das 9 da manhã. O padeiro também contribui para este despertar, fazendo soar a sua incessante buzina por todo o parque. Bale acorda e exclama: "Ohh Xapo!", numa tentativa de acordar Cocas. Tentativa esta que foi bem sucedida. Após o chamado banho matinal, ambos vão tomar um café à máquina da PUUUUURTARIA!!!. O Rui ainda estava a despertar e o Bósnia, esse, ainda estava enfiado no saco cama, qual sardinha dentro da lata.
Como era preciso fazer compras para comer, o Bale e o Cocas foram até à vila, a pé. Havia algum movimento por lá, mas não havia era dinheiro no bolso de ambos e muito menos nas caixas multibanco. Teria que se esperar pelos outros dois para fazer compras. Depois de mais de uma hora "a ber" nas arcadas da vila, eis que chega o Bósnia e o Rui. O Rui já há muito que estava acordado, mas ficou à espera de sua mordomia Bósnia, que dormiu até às 11.
Chegados todos à vila, havia que fazer compras para jantar à noite. Ao almoço mais uma vez, os chamados "hambúrgas" rolaram bem. De tarde, se a memória não me falha, os 4 desceram o rio pelo meio dos calhaus, sem que qualquer um deles tenha desafiado a gravidade a tal ponto de olhar mais de perto as pedras e o rio. Depois disto, só um mergulho na lagoa revitalizaria estes quatro. Verdade seja dita, aquela lagoa até revitalizaria D. Afonso Henriques...
Tava na hora de começar a cozinhar. Junto ao rio, o Bósnia começava a preparar a esparguete e o Bale fazia as brasas para as fêveras. Começava a anoitecer e a comida ainda não estava pronta. Solução? Velas... Num cenário quase medieval, em que se comia carne com massa, onde se bebia por canecas de alúminio enquanto se ouvia o som do rio a correr e onde as velas iluminavam a mesa de pedra, passou-se aquele que foi o melhor jantar da semana no Gerês. Não em termos de qualidade do alimento (embora fosse enorme), mas sim do ambiente vivido.
À noite, a guitarra continuava a ser a melhor companhia destes 4, fazendo ecoar por todo o parque músicas bem conhecidas de todos eles. Já passava das 23 horas, hora a partir da qual não se podia fazer qualquer tipo de ruído.
Amanhã era dia de ir a Braga, à Faculdade. Por isso, o melhor era dormirem para acordarem cedo, tarefa que viria a ser hercúlea para todos... Mas isso, é história para o próximo dia.
Luís Peixoto, the Scottish
sábado, julho 23, 2005
Diário de bordo - Dia 1
Dia 18 de Julho de 2005.
Logo pela manhã, quatro jovens rudes, do campo, juntam-se para viver uma das maiores epopeias de sempre. Por questões de anonimato, prefiro chamar-lhes Bale, Bósnia, Cocas e Rui. Assim tenho a certeza de que se manterão incógnitos. Cerca das 9:30, juntam-se na Rua Fonte do Mundo, acompanhados de um elemento extra, Mateus. Todos prontos, arrancam para a casa do Mateus, onde um carro, a abarrotar de carga os espera, para lhes fazer companhia numa longa jornada. Antes de tudo, era hora de Mateus voltar para a terra dos boiolas, para passar um mês. Bósnia leva Mateus ao aeroporto. Este tem alguma dificuldade em fazer entender aos guardas do aeroporto que só quer ir para França e não tem qualquer tipo de explosivo dentro dele. Mateus irrita-se e grita "Pirrrrrroka!!!!!" e leva todos os guardas à frente e acaba por embarcar para Paris. É hora de estes quatro seres partirem para o Gerês.
O carro está cheio, o Bósnia conduz sentado em cima da almofada por questões de espaço, o Bale vai ao lado, com os sacos em cima, deixando por momentos de sentir partes importantes do seu corpo. Atrás vai o Rui, por entre fogões, mochilas e instrumentos musicais. O Cocas??? Ah, afinal o Cocas tá no carro, mas está debaixo da carga, o que impossibilita de o encontrar. Mas há esperança de o encontrar quando chegar ao Gerês.
A viagem corre bem, o som continua a bombar no carro. Após cerca de 45 minutos de viagem, surge o Gerês no horizonte. Ao bom estilo de "Royston Vasey", pouca gente circula na rua e existe ali num canto uma "Local Shop". Uns largos metros adiante, o Parque de Campismo do Vidoeiro. O carro a muito custo consegue levar a carga até ao destino e os 4 escolhem um local ermo e sombrio para passarem estes 5 dias. No topo do parque, montam acampamento, local estratégico para controlar toda a movimentação. O melhor era irem comer qualquer coisa, a chamada fome estava a chegar. Na vila comem-se uns hamburguers muito bons. Correcção, hamburguers é para boiolas, para homens a sério, come-se hambúrgas. Depois de aconchegarem a barriga, dão uma volta para ver o que se passa. Nada de especial, para variar. Após o jantar, nada de novo se passa. Tocam-se umas musiquinhas para passar o tempo. Até ao momento, o tempo útil do Rui contabiliza-se em 20 minutos. O resto foi passado a escrever SMS.
- "Num há gaijas??" - Exclama alguém... Parece que não. O melhor é mesmo dormir. O Bale até queria dormir, mas o Cocas mantinha os seus dois telemóveis activos, escrevendo SMS a torto e a direito. Aposto que com o Bósnia se passa o mesmo do que com o Bale, mas o Rui também dá uso extra ao telemóvel. É o que dá ter mil milhões de mensagens de borla. Diz o Cocas que está a falar com amigas. Bale desconfia dos seus planos e começa a pensar se todas aquelas SMS não serão formas de comunciar com todos os Fafenses com vista a invasão mundial e sua consequente destruição. O Cocas fornece um desses números ao Bale e este averigua os seus planos, contactando uma dessas fontes por SMS.
O dia fica por ali. Amanhã haveria mais...
Frase do dia: "Eu não vivo sem pornografia!" - Rui
Luís Peixoto, the Scottish
Logo pela manhã, quatro jovens rudes, do campo, juntam-se para viver uma das maiores epopeias de sempre. Por questões de anonimato, prefiro chamar-lhes Bale, Bósnia, Cocas e Rui. Assim tenho a certeza de que se manterão incógnitos. Cerca das 9:30, juntam-se na Rua Fonte do Mundo, acompanhados de um elemento extra, Mateus. Todos prontos, arrancam para a casa do Mateus, onde um carro, a abarrotar de carga os espera, para lhes fazer companhia numa longa jornada. Antes de tudo, era hora de Mateus voltar para a terra dos boiolas, para passar um mês. Bósnia leva Mateus ao aeroporto. Este tem alguma dificuldade em fazer entender aos guardas do aeroporto que só quer ir para França e não tem qualquer tipo de explosivo dentro dele. Mateus irrita-se e grita "Pirrrrrroka!!!!!" e leva todos os guardas à frente e acaba por embarcar para Paris. É hora de estes quatro seres partirem para o Gerês.
O carro está cheio, o Bósnia conduz sentado em cima da almofada por questões de espaço, o Bale vai ao lado, com os sacos em cima, deixando por momentos de sentir partes importantes do seu corpo. Atrás vai o Rui, por entre fogões, mochilas e instrumentos musicais. O Cocas??? Ah, afinal o Cocas tá no carro, mas está debaixo da carga, o que impossibilita de o encontrar. Mas há esperança de o encontrar quando chegar ao Gerês.
A viagem corre bem, o som continua a bombar no carro. Após cerca de 45 minutos de viagem, surge o Gerês no horizonte. Ao bom estilo de "Royston Vasey", pouca gente circula na rua e existe ali num canto uma "Local Shop". Uns largos metros adiante, o Parque de Campismo do Vidoeiro. O carro a muito custo consegue levar a carga até ao destino e os 4 escolhem um local ermo e sombrio para passarem estes 5 dias. No topo do parque, montam acampamento, local estratégico para controlar toda a movimentação. O melhor era irem comer qualquer coisa, a chamada fome estava a chegar. Na vila comem-se uns hamburguers muito bons. Correcção, hamburguers é para boiolas, para homens a sério, come-se hambúrgas. Depois de aconchegarem a barriga, dão uma volta para ver o que se passa. Nada de especial, para variar. Após o jantar, nada de novo se passa. Tocam-se umas musiquinhas para passar o tempo. Até ao momento, o tempo útil do Rui contabiliza-se em 20 minutos. O resto foi passado a escrever SMS.
- "Num há gaijas??" - Exclama alguém... Parece que não. O melhor é mesmo dormir. O Bale até queria dormir, mas o Cocas mantinha os seus dois telemóveis activos, escrevendo SMS a torto e a direito. Aposto que com o Bósnia se passa o mesmo do que com o Bale, mas o Rui também dá uso extra ao telemóvel. É o que dá ter mil milhões de mensagens de borla. Diz o Cocas que está a falar com amigas. Bale desconfia dos seus planos e começa a pensar se todas aquelas SMS não serão formas de comunciar com todos os Fafenses com vista a invasão mundial e sua consequente destruição. O Cocas fornece um desses números ao Bale e este averigua os seus planos, contactando uma dessas fontes por SMS.
O dia fica por ali. Amanhã haveria mais...
Frase do dia: "Eu não vivo sem pornografia!" - Rui
Luís Peixoto, the Scottish
segunda-feira, julho 18, 2005
Férias
| Caros assiduos leitores, escrevo este "post" apenas para vos dizer que vou uma semana de férias para o Geres. Prometo que quando voltar para casa vos relato tudo (ou quase tudo) que se passou e o que não se passou. Note-se a ausencia de alguns acentos em algumas palavras, mas estou a escrever de um computador frances, na casa do Mateus e o teclado frances ja tem os acentos predefinidos, ou seja, so deixa colocar os que ja vem no teclado. Todos sabemos que os franceses são boiolas... Até daqui a uns dias! Luis Peixoto, the Scottish |
segunda-feira, julho 04, 2005
Blogs recomendados
Quando já tiverem lido todo este blog (e ai de vós que não o façais, pois eu tenho um amigo de Fafe que tem um pau de marmeleiro...) aconselho-vos a irem dar uma vista de olhos (até porque de orelhas não podia ser) aos seguintes blogs:
O Ácido - http://oacido.blog.com/
Mark'ando o Mundo - http://o-mark.blogspot.com/
Gato Fedorento - http://gatofedorento.blogspot.com/
Há Vida em Markl - http://nunomarkl.textamerica.com/
Entretanto, visitem também uns bons sites pornográficos.
A cultura é sempre importante...
Luís Peixoto, the Scottish
O Ácido - http://oacido.blog.com/
Mark'ando o Mundo - http://o-mark.blogspot.com/
Gato Fedorento - http://gatofedorento.blogspot.com/
Há Vida em Markl - http://nunomarkl.textamerica.com/
Entretanto, visitem também uns bons sites pornográficos.
A cultura é sempre importante...
Luís Peixoto, the Scottish
quinta-feira, junho 30, 2005
Mil milhões de milhões de infinitos adeptos
A propósito da vinda de Andrei Karyaka para o Benfica, o presidente do Krylia Sovetov, antigo clube do jogador, disse que a contratação do extremo-esquerdo foi "uma excelente estratégia de marketing" por parte do Benfica uma vez que em Portugal residem neste momento cerca de 200 mil ucranianos (nacionalidade do jogador). Ora, diz este inteligentíssimo senhor que o Benfica ganhou 200 mil adeptos com esta contratação...
Não teria sido mais inteligente a contratação de um jogador chinês? Na impossibilidade de ser um chinês, sempre pode ser um indiano...
Aí sim, Luís Filipe Vieira poderia afirmar que atingiu o objectivo dos 300 mil sócios (que devem ser tão pagantes quanto eu...).
Mudando agora de flanco, hoje li a notícia que José Couceiro vai substitui Vicente del Bosque como treinador da equipa de estrelas que vai jogar no "Figo All Stars 2005" no próximo sábado. Ao que parece, José Couceiro mostrou-se imensamente satisfeito dizendo que esta é a sua primeira oportunidade de treinar uma grande equipa, que possui nos seus quadros mais do que dois jogadores portugueses. Foi ainda mais adiante e disse que está radiante por integrar este projecto de futuro, sendo este o contrato mais longo que assinou desde a sua saída do cargo de Presidente do Sindicato de Jogadores.
Luís Peixoto, the Scottish
Não teria sido mais inteligente a contratação de um jogador chinês? Na impossibilidade de ser um chinês, sempre pode ser um indiano...
Aí sim, Luís Filipe Vieira poderia afirmar que atingiu o objectivo dos 300 mil sócios (que devem ser tão pagantes quanto eu...).
Mudando agora de flanco, hoje li a notícia que José Couceiro vai substitui Vicente del Bosque como treinador da equipa de estrelas que vai jogar no "Figo All Stars 2005" no próximo sábado. Ao que parece, José Couceiro mostrou-se imensamente satisfeito dizendo que esta é a sua primeira oportunidade de treinar uma grande equipa, que possui nos seus quadros mais do que dois jogadores portugueses. Foi ainda mais adiante e disse que está radiante por integrar este projecto de futuro, sendo este o contrato mais longo que assinou desde a sua saída do cargo de Presidente do Sindicato de Jogadores.
Luís Peixoto, the Scottish
Recomenda-se
Recomendo algumas das minhas últimas descobertas durante incursões pelo mundo da música...
Jack Johnson - "In Between Dreams": Álbum muito bom, que tem na simplicidade das músicas a sua principal qualidade. Jack Johnson dá uma lição de como fazer boa música de forma simples, mas com imenso talento. Fazem falta mais CD's assim.
Eels - "Blinding Lights and Other Revelations": Completamente desconhecidos para mim, os Eels surpreenderam-me, muito por culpa de Nuno Markl, que recomenda este CD no seu "moblog". É um CD duplo, que alterna músicas que transmitem uma imensa calma com músicas bem mais espontâneas e por vezes até mesmo agressivas (não no som, mas na letra). É o tipo de CD que roda bem quando estamos em frente ao computador a trabalhar. Nem damos pelo tempo a passar.
A Naifa - "Canções Subterrâneas": Este álbum é o primeiro (e último?) deste projecto muito bom, que conta com a participação do ex-vocalista dos "Despe e Siga" e encontra na voz de Maria Antónia Mendes uma contagiante calma e beleza. A guitarra portuguesa dá um toque muito especial a este projecto que tem pernas para andar, se o deixarem... Este projecto tem um toque de fado "underground", misturado com uma sonoridade difícil de definir. Correndo o risco de parecer uma espécie de cozido à portuguesa musical, não o é. Estas conjugações sonoras estão extremamente bem feitas e juntam-se de uma forma muito boa. As letras são muito boas, todas em português. Mais um grande exemplo de que se pode fazer música portuguesa com muita qualidade, sem esquecer as origens. Precisam é de ser apoiados para continuarem este enorme projecto. Viciante.
Podem até nem vir a gostar, pois isso é relativo. Mas a qualidade, essa não é relativa e estes CD's têm imensa qualidade musical.
Além disso, é como eu costumo dizer:
"Se eu recomendo, é muito vffffffff, mas se dá num anúncio de telemóveis,é bom..."
"É melhor fechares os olhos...
É melhor fechares os olhos meu amor,
Antes que o Mundo inteiro seja um incêndio...
Os ventos todos fechados.
Os ventos todos fechados dentro da minha mão...
Quantos ciclones queres?"
A Naifa, "Perigo de Explosão"
Luís Peixoto, the Scottish
Jack Johnson - "In Between Dreams": Álbum muito bom, que tem na simplicidade das músicas a sua principal qualidade. Jack Johnson dá uma lição de como fazer boa música de forma simples, mas com imenso talento. Fazem falta mais CD's assim.
Eels - "Blinding Lights and Other Revelations": Completamente desconhecidos para mim, os Eels surpreenderam-me, muito por culpa de Nuno Markl, que recomenda este CD no seu "moblog". É um CD duplo, que alterna músicas que transmitem uma imensa calma com músicas bem mais espontâneas e por vezes até mesmo agressivas (não no som, mas na letra). É o tipo de CD que roda bem quando estamos em frente ao computador a trabalhar. Nem damos pelo tempo a passar.
A Naifa - "Canções Subterrâneas": Este álbum é o primeiro (e último?) deste projecto muito bom, que conta com a participação do ex-vocalista dos "Despe e Siga" e encontra na voz de Maria Antónia Mendes uma contagiante calma e beleza. A guitarra portuguesa dá um toque muito especial a este projecto que tem pernas para andar, se o deixarem... Este projecto tem um toque de fado "underground", misturado com uma sonoridade difícil de definir. Correndo o risco de parecer uma espécie de cozido à portuguesa musical, não o é. Estas conjugações sonoras estão extremamente bem feitas e juntam-se de uma forma muito boa. As letras são muito boas, todas em português. Mais um grande exemplo de que se pode fazer música portuguesa com muita qualidade, sem esquecer as origens. Precisam é de ser apoiados para continuarem este enorme projecto. Viciante.
Podem até nem vir a gostar, pois isso é relativo. Mas a qualidade, essa não é relativa e estes CD's têm imensa qualidade musical.
Além disso, é como eu costumo dizer:
"Se eu recomendo, é muito vffffffff, mas se dá num anúncio de telemóveis,é bom..."
"É melhor fechares os olhos...
É melhor fechares os olhos meu amor,
Antes que o Mundo inteiro seja um incêndio...
Os ventos todos fechados.
Os ventos todos fechados dentro da minha mão...
Quantos ciclones queres?"
A Naifa, "Perigo de Explosão"
Luís Peixoto, the Scottish
quarta-feira, junho 29, 2005
Pérola
Caros leitores, numa das minhas incursões pelo submundo da Internet, descobri algo que pode revolucionar toda a música portuguesa. Não me perguntem como, mas fui ter à página pessoal do chamado "artista de baile". Este homem toca em casamentos e nos chamados "bailes" e "festarolas". O melhor de tudo é que tem fotografias dele e ainda melhor, podem ouvir algumas das pérolas musicais que este verdadeiro artista interpreta, usando apenas um órgão para isto. Comprovem vocês mesmos que este homem canta uma maravilha... Tem uma voz aveludada muito rara, excelente.
Aqui vai o link: http://zemusica.com.sapo.pt/index.htm
Espero que se divirtam tanto como eu me diverti ao ver esta página.
Luís Peixoto, the Scottish
Aqui vai o link: http://zemusica.com.sapo.pt/index.htm
Espero que se divirtam tanto como eu me diverti ao ver esta página.
Luís Peixoto, the Scottish
domingo, junho 26, 2005
Toranja em grande
Ontem Felgueiras mostrou que quando há iniciativa, podem-se fazer festas com pouco dinheiro mas com muito espírito. O dia de ontem provou isso mesmo.
Cerca das 17 horas, chega a minha boleia. O Bósnia, o Cocas e o Rui já cá estavam e eu pronto há já algum tempo. Finalmente íamos para Felgueiras. Ou não... Afinal ainda havia tempo de ir até à casa do Mateus jogar umas partidinhas de Dragon Ball Z Budokai e de Pro Evolution Soccer 4. Mais um dia glorioso nos eternos duelos entre Bale e Bósnia. A luta é dura, o resultado incerto, mas vale sempre a pena. A fome já tinha chegado e o melhor era irmos comer qualquer coisa para aguentar o caminho até Felgueiras. Uma sande (ou sandes, ou até mesmo àssandes para alguns) de delícias do mar e um mega super hiper infinito Sundae de chocolate foram suficientes para aguentar a noite toda sem algo comestível. Uma viagem tranquila levou-nos até Felgueiras, não sem antes termos passado por breves minutos pelo concelho de Fafe, algo que é sempre arriscado, tendo em conta que no nosso carro ia precisamente um membro desta comunidade tribal sempre perigosa.
Chegada a Felgueiras. Após termos encontrado a Patrícia, a Lília e o colega delas que não me recordo do nome (peço desculpa por isso), partimos em direcção ao dito local do concerto. Após a chegada a este recôndito mas bonito local, tinha que ser feito o reconhecimento do espaço. Após alguns tropeções e algumas poças de água (adivinhem quem tropeçou...) fomos "indo andando" até perto do palco. O público não parecia mau, várias idades, alguma gente civilizada... De realçar a presença dos chamados "gajos do boné", putos que usam bonés ligeiramente pousados sobre a cabeça, movimentando-se de uma forma muito genuína e peculiar atirando o ombro para cima, enquanto olham de canto para toda a gente com ar ameaçador. Já tinhamos visto muito para rir. Era a hora do concerto.
O Gomo sobe ao palco, deu um concerto "giro". Foi interessante. Mas o melhor vinha a seguir. Cerca das 00:30 os Toranja sobem ao palco. Grande entrada, a provar que cada vez estão melhores. Não posso descrever muito do concerto, quem já viu os Toranja ao vivo sabe como é... Em grande, muito bom concerto num espaço também ele muito bom. Fim do concerto, hora de vir embora. Ou não... Decidimos ir até atrás do palco "ber". Pelos vistos podia-se ir ao "backstage" dar duas de treta com os Toranja. Esperamos uns 15 minutos e "voilá", lá estávamos nós com os Toranja, rodeados de chocolates e alguma cerveja. Na verdade, foi isso que nos atraiu lá... Após uns autógrafos e um bocado de conversa, oferecem-nos uma cervejinha. Nós como não bebemos álcool (ou sim), tivemos que não aceitar. De realçar a enorme disponibilidade revelada por todos os membros dos Toranja. Além disso gostei de dizer "Cá estamos, não é verdade? É uma vida de trabalho" como se no meio de amigos estivesse.
Após um grande concerto e uma convivência quase familiar com os Toranja, viemos em direcção a Braga, enquanto a Patrícia, a Lília e o colega delas lá foram para o Porto (essa terrinha...), passando antes por Guimarães, se não me engano.
No caminho de volta ainda curtimos um som de Diapasão e de Fandango e assistimos ao grande número de meditação instável proporcionado pelo Rui. O Mateus ainda teve uns acessos de loucura pelo caminho, mas nada que não se resolvesse.
Chegada a Braga. O Bósnia exclama em jeito de convite: "Já se comia". Ao que eu respondo: "Já, já...". Burgão fechado????? Só nos resta uma opção. Zé das Bifanas. Diga-se bem ou mal, o que é certo é que aquele cachorro às 4 da manhã nos soube muito bem.
Surgiu a ideia de ainda se ir jogar um bocado de PlayStation 2. O Cocas não queria, preferiu ir para casa dormir (ou não...). O Mateus foi ver os seus desenhos animados japoneses para o quarto e eu fiquei na sala com o Bósnia a continuar a saga dos nossos duelos. Não quero dizer qual foi o resultado, não gosto de humilhar as pessoas publicamente...
Nisto já eram quase 6 da manhã, já era dia... Os pássaros já cantavam. Era hora de ir para casa. Assim foi, o Bósnia trouxe-me a casa, independentemente da animosidade resultante dos nossos duelos.
Chego a casa e ainda tenho tempo para enviar uma mensagem ao Bósnia a dar o chamado gozo após uma série de vitórias nos jogos. Tava com sono, fui dormir.
Assim foi mais uma grande noite que teve de tudo. Música, comédia, ficção e muito jogo à mistura...
Luís Peixoto, the Scottish
quarta-feira, junho 22, 2005
Portugueses distinguidos
Hoje noticiou na Sic Notícias que António Damásio, neurologista português há algum tempo nos Estados Unidos, foi distinguido com o prémio "Príncipe das Astúrias de Investigação Científica e Técnica" pelo seu trabalho a nível neurológico e das ciências cognitivas. A Fundação Príncipe das Astúrias salientou que “o excelente trabalho de divulgação feito pelo professor Damásio contribui para a aproximação das ciências neurológicas à sociedade e leva, assim, a um maior conhecimento do homem e da sua natureza”.
É com grande satisfação pessoal que recebo esta notícia, uma vez que António Damásio é quase um "guru" nas ciências cognitivas, área que tanto trabalho me tem dado, mas mais importante do que isso, tanto gozo me tem dado estudar.
Outro dos importantes prémios atribuídos a um português, foi o prémio FAD de Arquitectura, atribuído pela Associação Interdisciplinar de Desenho do Espaço, atribuído a Eduardo Souto Moura, arquitecto do Estádio Municipal de Braga. Esta Associação distingue os mais destacados trabalhos arquitectónicos de Espanha e Portugal. Este prémio foi atribuído precisamente pela obra realizada com a construção do Estádio Municipal de Braga.
Agora falem mal do nosso estádio...
Estas duas importantes atribuições de prémios vêm mais uma vez provar que existem excelentes profissionais portugueses, que desde que tenham o devido apoio e divulgação, conseguem tanto ou mais do que muitos outros. São duas provas de profissionais ambiciosos que acreditaram que era possível. A ambição (desde que na proporção certa) nunca fez mal a ninguém e é o que falta a muito boa gente em Portugal...
Já agora, deixemo-nos de discursinhos de pequenez e acreditemos nos nossos valores...
Luís Peixoto, the Scottish
É com grande satisfação pessoal que recebo esta notícia, uma vez que António Damásio é quase um "guru" nas ciências cognitivas, área que tanto trabalho me tem dado, mas mais importante do que isso, tanto gozo me tem dado estudar.
Outro dos importantes prémios atribuídos a um português, foi o prémio FAD de Arquitectura, atribuído pela Associação Interdisciplinar de Desenho do Espaço, atribuído a Eduardo Souto Moura, arquitecto do Estádio Municipal de Braga. Esta Associação distingue os mais destacados trabalhos arquitectónicos de Espanha e Portugal. Este prémio foi atribuído precisamente pela obra realizada com a construção do Estádio Municipal de Braga.
Agora falem mal do nosso estádio...
Estas duas importantes atribuições de prémios vêm mais uma vez provar que existem excelentes profissionais portugueses, que desde que tenham o devido apoio e divulgação, conseguem tanto ou mais do que muitos outros. São duas provas de profissionais ambiciosos que acreditaram que era possível. A ambição (desde que na proporção certa) nunca fez mal a ninguém e é o que falta a muito boa gente em Portugal...
Já agora, deixemo-nos de discursinhos de pequenez e acreditemos nos nossos valores...
Luís Peixoto, the Scottish
terça-feira, junho 21, 2005
Family Guy
Canal FOX
Ao que parece, a nova moda é ver o canal FOX. Tenho esse canal há algum tempo (cerca de 3 meses se não me engano) na Bragatel sem nunca ter pago por ele e espero nunca vir a ter que pagar. Agora chega à TV Cabo e numa primeira fase é um canal aberto, mas a partir de Julho vai passar a fazer de um pacote especial que necessita de um preço extra. Muito sinceramente, se há canal que devia fazer parte da televisão por cabo em sinal aberto é a FOX. Este canal é muito, mas mesmo muito bom... Em regra geral este é um canal que vicia, mesmo para quem não conhecia as muitas e boas séries que por lá aparecem. Vejamos algumas pérolas:
Ficheiros Secretos - Quem não se lembra? Mesmo depois das sucessivas repetições que a TVI fazia questão de mostrar, esta série continua a ser um estrondo, capaz de nos fazer olhar para a TV durante uns largos minutos. É uma barrigada de qualidade.
Family Guy - O vício! Para muitos desconhecida (para mim também o era), esta série de desenhos animados é algo de fabuloso, de um humor capaz de fazer rebolar a rir qualquer um. É mesmo muito à frente. Esta série animada consiste em mostrar a vida de uma família como outra qualquer, mas de uma perspectiva diferente, sem nunca ignorar a piada por vezes mordaz e muito pouco correctamente política. É polémica a série, pois não tem complexos na altura de mandar a bela da piada capaz de colocar pimenta no rabinho de muito boa gente... Tem como principais figuras Peter e Stewie. Peter é o pai, personagem pela qual a inteligência não passou. Stewie é um bebé incompreendido por todos, excepto pelo cão da família. Mas é um bebé diferente dos outros, ele é um entendido em todas as matérias, fala grosso e tenta por todos os meios arranjar forma de dominar o Mundo. É geralmente atrás desta personagem que os autores da série "escondem" as piadas mais duras e mordazes. Esta série animada viciou-me, até já estou à espera da 1:40 da manhã para ver. Altamente recomendada!
Simpsons - Acho que não preciso falar dela... Todos conhecem e é mais uma altamente recomendável. Ainda por cima dá em dose dupla, a partir das 14:40 mais ou menos dá dois episódios. O melhor de tudo é que começa com Family Guy às 14:15 e de seguida dá dois episódios de Simpsons.
King of the Hill - Talvez o desenho animado da FOX menos compreendido. É muito bom, tem cargas de piada, mas é mais sóbrio do que os anteriores e é um humor um pouco diferente do habitual.
Estas são as que conheço melhor, mas também não nos podemos esquecer de Pretender, Las Vegas, entre outras, todas com muita qualidade.
As séries primam pela qualidade e os desenhos animados, para além desta qualidade, acrescentam uma dose de humor inteligente em cargas industriais. Na minha opinião, Family Guy arrisca-se a subir à posição número um do meu top de desenhos animados preferidos (mas é sempre difícil superar Tom Sawyer, Bocas e muitos outros que mesmo não tendo a qualidade e humor deste, marcaram a nossa infância). Nunca é demais dizer, Family Guy é mesmo bom.
Só tenho pena se este canal começar a ser pago em todos os serviços de televisão por cabo... Mas por enquanto, aproveitemos enquanto é de borla.
Luís Peixoto, the Scottish
Ficheiros Secretos - Quem não se lembra? Mesmo depois das sucessivas repetições que a TVI fazia questão de mostrar, esta série continua a ser um estrondo, capaz de nos fazer olhar para a TV durante uns largos minutos. É uma barrigada de qualidade.
Family Guy - O vício! Para muitos desconhecida (para mim também o era), esta série de desenhos animados é algo de fabuloso, de um humor capaz de fazer rebolar a rir qualquer um. É mesmo muito à frente. Esta série animada consiste em mostrar a vida de uma família como outra qualquer, mas de uma perspectiva diferente, sem nunca ignorar a piada por vezes mordaz e muito pouco correctamente política. É polémica a série, pois não tem complexos na altura de mandar a bela da piada capaz de colocar pimenta no rabinho de muito boa gente... Tem como principais figuras Peter e Stewie. Peter é o pai, personagem pela qual a inteligência não passou. Stewie é um bebé incompreendido por todos, excepto pelo cão da família. Mas é um bebé diferente dos outros, ele é um entendido em todas as matérias, fala grosso e tenta por todos os meios arranjar forma de dominar o Mundo. É geralmente atrás desta personagem que os autores da série "escondem" as piadas mais duras e mordazes. Esta série animada viciou-me, até já estou à espera da 1:40 da manhã para ver. Altamente recomendada!
Simpsons - Acho que não preciso falar dela... Todos conhecem e é mais uma altamente recomendável. Ainda por cima dá em dose dupla, a partir das 14:40 mais ou menos dá dois episódios. O melhor de tudo é que começa com Family Guy às 14:15 e de seguida dá dois episódios de Simpsons.
King of the Hill - Talvez o desenho animado da FOX menos compreendido. É muito bom, tem cargas de piada, mas é mais sóbrio do que os anteriores e é um humor um pouco diferente do habitual.
Estas são as que conheço melhor, mas também não nos podemos esquecer de Pretender, Las Vegas, entre outras, todas com muita qualidade.
As séries primam pela qualidade e os desenhos animados, para além desta qualidade, acrescentam uma dose de humor inteligente em cargas industriais. Na minha opinião, Family Guy arrisca-se a subir à posição número um do meu top de desenhos animados preferidos (mas é sempre difícil superar Tom Sawyer, Bocas e muitos outros que mesmo não tendo a qualidade e humor deste, marcaram a nossa infância). Nunca é demais dizer, Family Guy é mesmo bom.
Só tenho pena se este canal começar a ser pago em todos os serviços de televisão por cabo... Mas por enquanto, aproveitemos enquanto é de borla.
Luís Peixoto, the Scottish
quarta-feira, junho 15, 2005
De volta...
Caros colegas leitores deste meu humilde blog, é com grande prazer que vos anuncio o regresso às hostes "blogueiras" (palavra inventada neste preciso momento), após meses de interregno. Pois bem, como eu sei que não é próprio da minha pessoa deixar pessoas penduradas, à espera, passo-vos a explicar o motivo desta longa pausa de escrita.
Comecemos por um motivo meramente logístico. O meu modem fez "puff", ou seja, passei mais de 2 meses a poder estar na net apenas 1 minuto ou menos, pois passado esse tempo, o meu modem pura e simplesmente deixava caír a minha ligação. Mas perguntam vocês, "2 meses não é muito?". E respondo eu: "É". Mas a preguiça é algo que quando cai sobre nós é dura... Mas mais do que isso, havia muita coisa a fazer e não restava muito tempo para a Net. Apenas hoje resolvi este assunto e já tenho Net a funcionar a 100%.
O segundo motivo é o mais forte. Embora muita gente desconheça, fui mantido em cativeiro durante longos meses, principalmente durante o último mês (Maio). Seres malévolos prenderam-me a mim, juntamente com alguns colegas nas masmorras da Faculdade de Filosofia de Braga, até concluirmos todos os trabalhos. Após a difícil fuga dessas masmorras, passamos por várias casas, entre elas a da Barbosa, do Luís (ou Fafe, ou Cocas, ou PlayMobil) e principalmente, a do Mateus (ou Yoko). Todas estas casas serviram de quartel general estrategicamente colocados, com a finalidade de acabarmos todos os trabalhos que seres malévolos nos obrigaram a fazer. Pois bem, como tudo tem um fim, os trabalhos estão finalmente prontos, agora que venham os exames.
Por tudo isto, não tive muito tempo para vos escrever, caros companheiros amigos palhaços desta vida que é um circo. Mas agora, já existe tempo, já existe uma nova esperança, os seres malévolos estão prestes a ser derrotados pela nossa capacidade de persistência e tenacidade.
Caros amigos, vem aí uma nova era... A era das férias!
Até breve,
Luís Peixoto, the Scottish
Comecemos por um motivo meramente logístico. O meu modem fez "puff", ou seja, passei mais de 2 meses a poder estar na net apenas 1 minuto ou menos, pois passado esse tempo, o meu modem pura e simplesmente deixava caír a minha ligação. Mas perguntam vocês, "2 meses não é muito?". E respondo eu: "É". Mas a preguiça é algo que quando cai sobre nós é dura... Mas mais do que isso, havia muita coisa a fazer e não restava muito tempo para a Net. Apenas hoje resolvi este assunto e já tenho Net a funcionar a 100%.
O segundo motivo é o mais forte. Embora muita gente desconheça, fui mantido em cativeiro durante longos meses, principalmente durante o último mês (Maio). Seres malévolos prenderam-me a mim, juntamente com alguns colegas nas masmorras da Faculdade de Filosofia de Braga, até concluirmos todos os trabalhos. Após a difícil fuga dessas masmorras, passamos por várias casas, entre elas a da Barbosa, do Luís (ou Fafe, ou Cocas, ou PlayMobil) e principalmente, a do Mateus (ou Yoko). Todas estas casas serviram de quartel general estrategicamente colocados, com a finalidade de acabarmos todos os trabalhos que seres malévolos nos obrigaram a fazer. Pois bem, como tudo tem um fim, os trabalhos estão finalmente prontos, agora que venham os exames.
Por tudo isto, não tive muito tempo para vos escrever, caros companheiros amigos palhaços desta vida que é um circo. Mas agora, já existe tempo, já existe uma nova esperança, os seres malévolos estão prestes a ser derrotados pela nossa capacidade de persistência e tenacidade.
Caros amigos, vem aí uma nova era... A era das férias!
Até breve,
Luís Peixoto, the Scottish
sábado, fevereiro 26, 2005
Genius loves music
Há uns dias atrás escrevi aqui no blog as minhas preferências musicais e cinematográficas. Poís é, mas como somos um ser dotado da capacidade de evoluir (alguns parece que não), escrevo este artigo embebido num estado de espírito situado entre o fascínio e a estupefacção... Como uma dádiva dos céus, resolvi ouvir o CD "Genius Loves Company", onde Ray Charles faz duetos com grandes nomes da música como Norah Jones, BB King, Diana Krall, Elton John, James Taylor, entre outros. É um CD que recomendo vivamente a todos os que gostam de música de qualidade, aliás, a toda a gente, mesmo aos que não gostam de música de qualidade, para ver se aprendem alguma coisa...
Naturalmente que respeito os gostos de todos, no entanto, acho que quem não gostar deste CD devia ser sodomizado à bruta por 5 nigerianos, a seco.
Não encontro palavras para definir este CD. É mesmo genial...
Se dúvidas houvesse, fica aqui provado que de facto, Ray é mesmo "rei" naquilo que faz...
Obrigado génio.
Luís Peixoto, the Scottish
Naturalmente que respeito os gostos de todos, no entanto, acho que quem não gostar deste CD devia ser sodomizado à bruta por 5 nigerianos, a seco.
Não encontro palavras para definir este CD. É mesmo genial...
Se dúvidas houvesse, fica aqui provado que de facto, Ray é mesmo "rei" naquilo que faz...
Obrigado génio.
Luís Peixoto, the Scottish
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
Voltar a acreditar...
Hoje finalmente voltei a acreditar, voltei a ter uma nova esperança no futuro. Ao fim de 3 anos, voltei a acreditar que era possível invertermos esta situação de desgoverno, esta situação de descrença. Voltei a acreditar eu e muitos outros portugueses, que fartos de serem "manipulados" como se fossem marionetas, decidiram mostrar quem manda, na hora da verdade, o povo é soberano. Não escondo o meu voto, mas também não preciso de o afirmar publicamente, pois acho que já todos sabem. Muitos podem estar a ler isto e a pensar que estou totalmente errado. Posso estar, têm o direito de o pensar, mas se eu pensasse que estava errado, não estava a escrever. Finalmente posso encarar o futuro com optimismo, coisa que tem faltado muito aos portugueses nos últimos anos. Já somos um povo pessimista por natureza, mas quando vemos que o nosso trabalho não é recompensado e que ainda nos mandam trabalhar mais, a motivação vai-se, o optimismo vai-se, a cada dia que passa...
Por isso, espero que esta nova maioria nos traga o optimismo e a motivação necessárias para finalmente olharmos para o futuro a longo prazo e não a curtíssimo prazo, pensando apenas no dia de amanhã. Temos que pensar no depois de amanhã e no depois do depois de amanhã... É preciso acordar, é preciso voltar a acreditar...
E eu acredito...
Luís Peixoto, the Scottish
Por isso, espero que esta nova maioria nos traga o optimismo e a motivação necessárias para finalmente olharmos para o futuro a longo prazo e não a curtíssimo prazo, pensando apenas no dia de amanhã. Temos que pensar no depois de amanhã e no depois do depois de amanhã... É preciso acordar, é preciso voltar a acreditar...
E eu acredito...
Luís Peixoto, the Scottish
sexta-feira, fevereiro 11, 2005
O belo do despertar...
Pois é, hoje foi o dia do meu último exame deste semestre... Expectativas em relação a ele? As piores... Não estudei quase nada, estava muito mal preparado, o sono não aparecia (até porque tinha acordado às 15 horas ontem)... Mas pronto, tentei esquecer-me do exame e descontraír, como nos disseram os professores.
Ora bem, começo por dizer que nunca tive televisão no quarto, só que ontem lá apareceu uma nova e toca a metê-la no quarto. Como bom "tuga" que sou, quis logo experimentar as funções todas. Quando vi que tinha despertador, foi a loucura... Sem sono, depois de ver o Jay Leno, lá me decidi a tentar dormir e programei a TV para se ligar automáticamente às 07:20 na Sic Notícias. A ideia de acordar a ficar logo a par das notícias deixou-me curioso. Três horas de sono depois, a TV liga-se como se fosse obra divina e eu acordo. Uma das primeiras frases que ouço é: "O nó da Pimenteira está ligeiramente congestionado" ou "Sinal verde para a recta do Dafundo...". Pá, não foi propriamente este o despertar que eu tinha idealizado. Mas pronto, lá ganhei coragem para o belo do banho e para toda a preparação inerente de quando se sai à rua. Vou para a cozinha e ligo a TV, mais uma vez na Sic Notícias, enquanto tomo o pequeno almoço. A meio deste, eis que surge uma visão paranormal, algo muito mais além da própria compreensão humana que me deixou colado à TV com uma extrema vontade de soltar a chamada gargalhada. No entanto, só eu é que tava acordado em casa, não queria perturbar... E que visão era essa? Eis que surge no chamado televisor, o líder do BE, Francisco Louçã, que decide presentear os telespectadores com um número arriscado de "quase-dança", enquanto ouve um som meio "reggae" meio "rap" num comício. Digo "quase-dança" porque de facto, era dança, mas ao mesmo tempo não era. Era apenas um bater de palmas frenético e compulsivo, ao mesmo compasso em que balançava ligeiramente as pernas com ar de loucura, ao bom estilo dos anos 20. Atenção que não estou a pôr em causa a competência de Francisco Louçã (falando muito seriamente). Apenas achei um momento invulgar de televisão e ainda bem que estes momentos acontecem...
Acabo de tomar o pequeno almoço, ainda perturbado (positivamente) por aquela visão e dirigo-me calmamente para a Faculdade, uma hora antes do exame, para estudar "à pressão".
Pois, tanta preocupação e afinal, o exame até correu bem...
Hoje aprendi que as coisas boas da vida (como uma boa gargalhada) estão mesmo à nossa frente e mesmo perturbados pela preocupação ou pelo stress, podemos esquecer as coisas "sérias" da vida e soltar a bela da gargalhada quando menos esperamos...
Digam lá se este não é um belo de um despertar...
Luís Peixoto, the Scottish
Ora bem, começo por dizer que nunca tive televisão no quarto, só que ontem lá apareceu uma nova e toca a metê-la no quarto. Como bom "tuga" que sou, quis logo experimentar as funções todas. Quando vi que tinha despertador, foi a loucura... Sem sono, depois de ver o Jay Leno, lá me decidi a tentar dormir e programei a TV para se ligar automáticamente às 07:20 na Sic Notícias. A ideia de acordar a ficar logo a par das notícias deixou-me curioso. Três horas de sono depois, a TV liga-se como se fosse obra divina e eu acordo. Uma das primeiras frases que ouço é: "O nó da Pimenteira está ligeiramente congestionado" ou "Sinal verde para a recta do Dafundo...". Pá, não foi propriamente este o despertar que eu tinha idealizado. Mas pronto, lá ganhei coragem para o belo do banho e para toda a preparação inerente de quando se sai à rua. Vou para a cozinha e ligo a TV, mais uma vez na Sic Notícias, enquanto tomo o pequeno almoço. A meio deste, eis que surge uma visão paranormal, algo muito mais além da própria compreensão humana que me deixou colado à TV com uma extrema vontade de soltar a chamada gargalhada. No entanto, só eu é que tava acordado em casa, não queria perturbar... E que visão era essa? Eis que surge no chamado televisor, o líder do BE, Francisco Louçã, que decide presentear os telespectadores com um número arriscado de "quase-dança", enquanto ouve um som meio "reggae" meio "rap" num comício. Digo "quase-dança" porque de facto, era dança, mas ao mesmo tempo não era. Era apenas um bater de palmas frenético e compulsivo, ao mesmo compasso em que balançava ligeiramente as pernas com ar de loucura, ao bom estilo dos anos 20. Atenção que não estou a pôr em causa a competência de Francisco Louçã (falando muito seriamente). Apenas achei um momento invulgar de televisão e ainda bem que estes momentos acontecem...
Acabo de tomar o pequeno almoço, ainda perturbado (positivamente) por aquela visão e dirigo-me calmamente para a Faculdade, uma hora antes do exame, para estudar "à pressão".
Pois, tanta preocupação e afinal, o exame até correu bem...
Hoje aprendi que as coisas boas da vida (como uma boa gargalhada) estão mesmo à nossa frente e mesmo perturbados pela preocupação ou pelo stress, podemos esquecer as coisas "sérias" da vida e soltar a bela da gargalhada quando menos esperamos...
Digam lá se este não é um belo de um despertar...
Luís Peixoto, the Scottish
segunda-feira, janeiro 31, 2005
Sugestões
Mais do que nunca, sei que gostos não se discutem. No entanto, gostava de partilhar convosco as minhas preferências em relação ao cinema e à música, deixando aqui o meu "Top 3". É sempre difícil fazer estes "Top's", uma vez que podem mudar a qualquer momento e até corro o risco de me estar a esquecer de algum filme ou CD. Resumir tudo num top de 3, é difícil, mas depois de pensar, acho que é algo como isto:
Cinema:
1º - "Braveheart" (Este não preciso dizer nada...);
2º - "Senhor dos Anéis" (Os 3 filmes);
3º - "Big Fish" (Este é simplesmente uma obra-prima do Tim Burton... De chorar por mais);
Música:
1º - "Feels Like Home" - Norah Jones (Genial, fabuloso, lindo, inigualável, fantástico...)
2º - "Esquissos" - Toranja (A grande surpresa lusitana... Muito bom)
3º - "Best of 1980-1990" - U2 (São os U2... Mai nada...)
Correndo o risco de estar a ser injusto para com outros filmes e outros CD's, prometo que se houver alterações nas minhas preferências, actualizo no blog.
Ah, mais uma vez digo que gostos não se discutem, mas acho que todos deviam ver estes filmes e ouvir estes CD's, nem que seja para virem ao blog dizer mal deles...
Já agora, podem deixar os vossos Top 3 nos comentários que eu deixo.
Luís Peixoto, the Scottish
Cinema:
1º - "Braveheart" (Este não preciso dizer nada...);
2º - "Senhor dos Anéis" (Os 3 filmes);
3º - "Big Fish" (Este é simplesmente uma obra-prima do Tim Burton... De chorar por mais);
Música:
1º - "Feels Like Home" - Norah Jones (Genial, fabuloso, lindo, inigualável, fantástico...)
2º - "Esquissos" - Toranja (A grande surpresa lusitana... Muito bom)
3º - "Best of 1980-1990" - U2 (São os U2... Mai nada...)
Correndo o risco de estar a ser injusto para com outros filmes e outros CD's, prometo que se houver alterações nas minhas preferências, actualizo no blog.
Ah, mais uma vez digo que gostos não se discutem, mas acho que todos deviam ver estes filmes e ouvir estes CD's, nem que seja para virem ao blog dizer mal deles...
Já agora, podem deixar os vossos Top 3 nos comentários que eu deixo.
Luís Peixoto, the Scottish
quinta-feira, janeiro 27, 2005
O ser do contra...
Todos os portugueses, a partir do momento em que nascem, adquirem uma capacidade que está ao alcance apenas do peito ilustre lusitano. Todos eles têm a capacidade para comentar tudo o que acontece no Mundo. Mesmo que não a adquiram à nascença, adquirem-na sempre no dia em que acontece algum tipo de atentado, catástrofe natural ou outro tipo de acontecimento importante. Foi assim com o 11 de Setembro, foi assim com o 11 de Março, foi assim com o tsunami na Ásia e continuará a ser assim... O pior de tudo é que se pensarmos bem, eu até sou assim e se pensarmos ainda melhor, até tú que estás aí a comer de sono a ler um blog como este, também o és...
No 11 de Setembro e no 11 de Março, todos os portugueses percebiam de engenharia aeronáutica e de como fabricar explosivos. Sem excepção, todos eles tinham uma opinião acerca disso, dando o seu parecer técnico, sem qualquer tipo de dúvidas, havendo até aqueles que acrescentariam uma conspiração qualquer a tudo isto, nem que apontassem as culpas ao Eládio Clímaco.
Já após o tsunami na Ásia, todos percebiam de geofrafia, sismologia e todas as palavras com o sufixo "ia" da mesma família das anteriores. Quem não discutiu com a família este tema, a meio de um bom jantar, enquanto se observavam imagens no telejornal, sempre novas, acabadinhas de chegar, para gáudio do nosso íntimo, que queria ver, mesmo pensando nós que não? Quase todos...
Mas felizmente, esta capacidade lusitana não se revela apenas nos momentos em que existe destruição de algo. Telejornais abriram com a notícia de que vinha aí uma vaga de frio polar, directamente do Pólo Norte (como diria o Acosta, até ursos polares se iriam ver na rua). O bom português, ao ver esta notícia, revelou outra capacidade inata, a de ser do contra. Ok, tudo bem que os telejornais "abusaram", afinal não era assim tanto frio, mas os bons portugueses, lá iam dando umas entrevistas de rua para a televisão, dizendo pérolas do género "Frio? Isto não é nada comparado com aquilo que se viveu em 1520", ou "Eu até tou aqui de manga curta, isto é tudo inventado, não tá frio nenhum...". Epah, custa muito admitir que de facto, nestes últimos dois dias esteve um frio do car****? As TV's exageraram, mas mesmo assim, esteve um pu** de um frio e continua a estar... Mas como não podia deixar de ser, depois dos treinadores de bancada, aparecem os meteorologistas de sofá, aqueles que adivinham alterações climáticas a nível global e que dizem até que a culpa disso tudo é da "peluição" e da falta de "civilizacionismo"...
Enfim, pérolas do nosso Portugal, que vão sucedendo a um bom ritmo numa TV perto de si...
Luís Peixoto, the Scottish
No 11 de Setembro e no 11 de Março, todos os portugueses percebiam de engenharia aeronáutica e de como fabricar explosivos. Sem excepção, todos eles tinham uma opinião acerca disso, dando o seu parecer técnico, sem qualquer tipo de dúvidas, havendo até aqueles que acrescentariam uma conspiração qualquer a tudo isto, nem que apontassem as culpas ao Eládio Clímaco.
Já após o tsunami na Ásia, todos percebiam de geofrafia, sismologia e todas as palavras com o sufixo "ia" da mesma família das anteriores. Quem não discutiu com a família este tema, a meio de um bom jantar, enquanto se observavam imagens no telejornal, sempre novas, acabadinhas de chegar, para gáudio do nosso íntimo, que queria ver, mesmo pensando nós que não? Quase todos...
Mas felizmente, esta capacidade lusitana não se revela apenas nos momentos em que existe destruição de algo. Telejornais abriram com a notícia de que vinha aí uma vaga de frio polar, directamente do Pólo Norte (como diria o Acosta, até ursos polares se iriam ver na rua). O bom português, ao ver esta notícia, revelou outra capacidade inata, a de ser do contra. Ok, tudo bem que os telejornais "abusaram", afinal não era assim tanto frio, mas os bons portugueses, lá iam dando umas entrevistas de rua para a televisão, dizendo pérolas do género "Frio? Isto não é nada comparado com aquilo que se viveu em 1520", ou "Eu até tou aqui de manga curta, isto é tudo inventado, não tá frio nenhum...". Epah, custa muito admitir que de facto, nestes últimos dois dias esteve um frio do car****? As TV's exageraram, mas mesmo assim, esteve um pu** de um frio e continua a estar... Mas como não podia deixar de ser, depois dos treinadores de bancada, aparecem os meteorologistas de sofá, aqueles que adivinham alterações climáticas a nível global e que dizem até que a culpa disso tudo é da "peluição" e da falta de "civilizacionismo"...
Enfim, pérolas do nosso Portugal, que vão sucedendo a um bom ritmo numa TV perto de si...
Luís Peixoto, the Scottish
terça-feira, janeiro 25, 2005
Mindõrõkké Miki
"It's kinda hard with you not around
Know you in Heaven smilin' down
Watching us while we pray for you
Everyday we pray for you
Till the day we meet again
In my heart is where I keep you friend
Memories give me the strength I need to proceed
Strength I need to believe"
Temos saudades tuas...
Mindõrõkké Miki...
Know you in Heaven smilin' down
Watching us while we pray for you
Everyday we pray for you
Till the day we meet again
In my heart is where I keep you friend
Memories give me the strength I need to proceed
Strength I need to believe"
Temos saudades tuas...
Mindõrõkké Miki...
terça-feira, janeiro 18, 2005
Uma questão de inteligência...
Como a maior parte já deve saber, não faltam muitos dias para as próximas eleições legislativas. Sendo assim, espero que toda a gente exerça o seu dever cívico, nem que vá votar no PP (quer dizer, neste caso é melhor não ir...).
Ultimamente tenho visto muita gente a dizer: "Política? Quero lá saber...". Pá, não é por nada, mas era só para avisar que vamos eleger o governo que em princípio governará nos próximos 4 anos, isto não é uma questão de política, é assim tipo, uma questão de futuro... Este tipo de postura é que nos tem mantido na cepa torta... Alguém minimamente inteligente (desde que devidamente recenseado) deve desalapar o cú do sofá e ir votar. Isto não é como escolher um prato de comida, isto é mesmo para escolher o próximo governo... Algumas pessoas dizem: "Políticos são todos iguais, não vou votar pra esses gajos tarem no poleiro". Isso é como dizer que não gostam de comida chinesa e que é toda igual sem antes a terem provado...
Por isso, na política, como na comida, para saberem se é bom, mais vale provar...
Se não votarem, depois não venham dizer que o governo é mau...
Luís Peixoto, the Scottish
Ultimamente tenho visto muita gente a dizer: "Política? Quero lá saber...". Pá, não é por nada, mas era só para avisar que vamos eleger o governo que em princípio governará nos próximos 4 anos, isto não é uma questão de política, é assim tipo, uma questão de futuro... Este tipo de postura é que nos tem mantido na cepa torta... Alguém minimamente inteligente (desde que devidamente recenseado) deve desalapar o cú do sofá e ir votar. Isto não é como escolher um prato de comida, isto é mesmo para escolher o próximo governo... Algumas pessoas dizem: "Políticos são todos iguais, não vou votar pra esses gajos tarem no poleiro". Isso é como dizer que não gostam de comida chinesa e que é toda igual sem antes a terem provado...
Por isso, na política, como na comida, para saberem se é bom, mais vale provar...
Se não votarem, depois não venham dizer que o governo é mau...
Luís Peixoto, the Scottish
Assuntos internacionais
O ministro Morais Sarmento (ou Mogais Sagmento), gastou mais de 80 mil euros numa viagem de 3 ou 4 dias a S. Tomé e Príncipe. Bom, até aqui poderia parecer um escândalo e que o pseudo-governo nos estava a pedir sacrifícios fiscais enquanto gasta dinheiro à nossa custa, no entanto, este mesmo ministro veio dizer que afinal foi lá para tratar de negócios, nomeadamente estreitar relações com este país e promover um negócio qualquer da Galp (o ministro responsável por esta pasta negou ter conhecimento do mesmo negócio). Assim já estou mais descansado, afinal foi para trabalhar, não foi para passear...
Qualquer dia vão dizer que o Santana vai ao Brasil estreitar relações (nocturnas) com o povo local...
É caso para dizer: "Meus amigos, bós andais é a mangar ca tropa..."
E a tropa a ber...
Luís Peixoto, the Scottish
Qualquer dia vão dizer que o Santana vai ao Brasil estreitar relações (nocturnas) com o povo local...
É caso para dizer: "Meus amigos, bós andais é a mangar ca tropa..."
E a tropa a ber...
Luís Peixoto, the Scottish
Subscrever:
Mensagens (Atom)



