"IRA ordena fim da luta armada
Em comunicado, o IRA refere que «ordenou formalmente o fim da luta armada, com efeito às 16:00 de hoje».
O IRA pede ainda aos seus membros que deponham as armas e contribuam para alcançar os seus objectivos por meios exclusivamente «democráticos, políticos e pacíficos».
No entanto, a organização sublinha que não se dissolverá, um dos pedidos apresentados pelos unionistas para negociar com o Sinn Fein, braço armado do IRA, a formação de um governo partilhado no Ulster, que permanece suspenso desde 2002 por um suposto caso de espionagem do IRA em departamentos governamentais.
Esta decisão histórica do IRA, que cumpre um cessar-fogo em vigor desde 1997, deve conduzir à desactivação do conjunto do aparelho paramilitar da organização, iniciativa sem precedentes desde a formação desdte grupo clandestino em 1970." - in TSF.
Finalmente, o IRA (Irish Republican Army) deu um exemplo a todos os outros grupos armados do Mundo. É com enorme satisfação pessoal que vejo esta notícia (divulgada ontem). No entanto, acho que não devo ser o único a quase emocionar-me ao ler esta notícia. Ao fim de muitos anos, abre-se um novo caminho para alcançar a paz na Irlanda do Norte e quem sabe, finalmente unificar as duas Irlandas numa só. É isso que eu espero, para um país que me diz tanto e que tanto merece ser grande...
Luís Peixoto, the Scottish
sexta-feira, julho 29, 2005
terça-feira, julho 26, 2005
A verdade dos factos
Comunicado oficial do autor deste mesmo blog, portanto, aquele que estão a ler neste momento, a não ser que já o tenham lido e isso já não conta como o blog ser este. E tal...
Eu, Scottish, após a cuidada leitura de alguns comentários colocados aqui neste blog, venho por este meio repôr a verdade, para que nada fique em tom dúbio. Fui constantemente acusado aqui de "boiolice" por elementos que visitam o meu blog, nomeadamente por um indíviduo que se esconde por trás de um nome como "sem alcunha", mas o qual eu sei onde mora. Ah pois é...
Por isto, venho aqui saír em minha própria defesa, para que a minha masculinidade não seja posta em causa. Contra factos não há argumentos, por isso, passo a apresentar as seguintes provas da minha masculinidade.
1.
a) Aquando da minha fase escolar (entenda-se, em criança) utilizei meias brancas com raquetes cruzadas com a inscrição "Tennis". Isto, como todos devem saber, é de homem. Quem nunca as utilizou, não é homem;
b) E mais! Essas mesmas meias foram sendo utilizadas numa fase posterior a essa. Aliás, muito depois dessa fase ainda as utilizei. Diria mais. Não tenho provas, mas julgo estar em condições de afirmar que ainda hoje possuo uns pares de meias desse género, embora não as utilize como prática corrente.
2. Como consta no artigo 5, alínea b, parágrafo 6 e linha 8 do Código da Masculinidade, ler o jornal desportivo todos os dias, é de homem. Ora, possuo provas de que o faço diariamente, podendo até mostrar, a quem se predispuser a tal, os jornais dos últimos dias.
3. Como são prova os dois artigos anteriores a este, publicados neste blog, estive a acampar no Gerês. Isso, mais uma vez, é de homem. Mais ainda é o facto de ter mergulhado nas gélidas águas do Gerês. É um dado adquirido de que essas águas, fazem enrijecer, à homem! E mais... Já é o quarto ano consecutivo que o faço.
4. Outra das provas da minha masculinidade, é o facto de comer arroz de frango desalmadamente e ser adepto da chamada cerveja. Claro que no fim de consumar estes dois actos, tem que se arrotar. Aí sim, é de homem.
5. Por último, basta dizer que detenho cerca de 33% de um CD dos Diapasão. Isto, porque a compra foi repartida por 3 indivíduos, sendo eles eu, o Acosta e o Cocas. Mais uma vez, isto é de homem.
Por tudo isto, ninguém ouse colocar em causa a masculinidade de alguém que apresenta estes factos. Até porque, o termo boiola pode ter diversas interpretações.
Bem sei que acusei os franceses de serem boiolas. E são. Eles não usam meias Tennis, não costumam ler jornais desportivos, não têm o Gerês, não conhecem o arroz de frango e a cerveja e principalmente, não têm os Diapasão...
P.S. - O relato do Diário de Bordo continua brevemente.
Luís Peixoto, the Scottish
Eu, Scottish, após a cuidada leitura de alguns comentários colocados aqui neste blog, venho por este meio repôr a verdade, para que nada fique em tom dúbio. Fui constantemente acusado aqui de "boiolice" por elementos que visitam o meu blog, nomeadamente por um indíviduo que se esconde por trás de um nome como "sem alcunha", mas o qual eu sei onde mora. Ah pois é...
Por isto, venho aqui saír em minha própria defesa, para que a minha masculinidade não seja posta em causa. Contra factos não há argumentos, por isso, passo a apresentar as seguintes provas da minha masculinidade.
1.
a) Aquando da minha fase escolar (entenda-se, em criança) utilizei meias brancas com raquetes cruzadas com a inscrição "Tennis". Isto, como todos devem saber, é de homem. Quem nunca as utilizou, não é homem;
b) E mais! Essas mesmas meias foram sendo utilizadas numa fase posterior a essa. Aliás, muito depois dessa fase ainda as utilizei. Diria mais. Não tenho provas, mas julgo estar em condições de afirmar que ainda hoje possuo uns pares de meias desse género, embora não as utilize como prática corrente.
2. Como consta no artigo 5, alínea b, parágrafo 6 e linha 8 do Código da Masculinidade, ler o jornal desportivo todos os dias, é de homem. Ora, possuo provas de que o faço diariamente, podendo até mostrar, a quem se predispuser a tal, os jornais dos últimos dias.
3. Como são prova os dois artigos anteriores a este, publicados neste blog, estive a acampar no Gerês. Isso, mais uma vez, é de homem. Mais ainda é o facto de ter mergulhado nas gélidas águas do Gerês. É um dado adquirido de que essas águas, fazem enrijecer, à homem! E mais... Já é o quarto ano consecutivo que o faço.
4. Outra das provas da minha masculinidade, é o facto de comer arroz de frango desalmadamente e ser adepto da chamada cerveja. Claro que no fim de consumar estes dois actos, tem que se arrotar. Aí sim, é de homem.
5. Por último, basta dizer que detenho cerca de 33% de um CD dos Diapasão. Isto, porque a compra foi repartida por 3 indivíduos, sendo eles eu, o Acosta e o Cocas. Mais uma vez, isto é de homem.
Por tudo isto, ninguém ouse colocar em causa a masculinidade de alguém que apresenta estes factos. Até porque, o termo boiola pode ter diversas interpretações.
Bem sei que acusei os franceses de serem boiolas. E são. Eles não usam meias Tennis, não costumam ler jornais desportivos, não têm o Gerês, não conhecem o arroz de frango e a cerveja e principalmente, não têm os Diapasão...
P.S. - O relato do Diário de Bordo continua brevemente.
Luís Peixoto, the Scottish
domingo, julho 24, 2005
Diário de bordo - Dia 2
Dia 19 de Julho de 2005.
O dia começa com o Sol a mostrar-se sem receios sobre as imponentes montanhas do Gerês. A luz envolvida numa pequena brisa matinal fizeram acordar Bale antes de todos os outros, cerca das 9 da manhã. O padeiro também contribui para este despertar, fazendo soar a sua incessante buzina por todo o parque. Bale acorda e exclama: "Ohh Xapo!", numa tentativa de acordar Cocas. Tentativa esta que foi bem sucedida. Após o chamado banho matinal, ambos vão tomar um café à máquina da PUUUUURTARIA!!!. O Rui ainda estava a despertar e o Bósnia, esse, ainda estava enfiado no saco cama, qual sardinha dentro da lata.
Como era preciso fazer compras para comer, o Bale e o Cocas foram até à vila, a pé. Havia algum movimento por lá, mas não havia era dinheiro no bolso de ambos e muito menos nas caixas multibanco. Teria que se esperar pelos outros dois para fazer compras. Depois de mais de uma hora "a ber" nas arcadas da vila, eis que chega o Bósnia e o Rui. O Rui já há muito que estava acordado, mas ficou à espera de sua mordomia Bósnia, que dormiu até às 11.
Chegados todos à vila, havia que fazer compras para jantar à noite. Ao almoço mais uma vez, os chamados "hambúrgas" rolaram bem. De tarde, se a memória não me falha, os 4 desceram o rio pelo meio dos calhaus, sem que qualquer um deles tenha desafiado a gravidade a tal ponto de olhar mais de perto as pedras e o rio. Depois disto, só um mergulho na lagoa revitalizaria estes quatro. Verdade seja dita, aquela lagoa até revitalizaria D. Afonso Henriques...
Tava na hora de começar a cozinhar. Junto ao rio, o Bósnia começava a preparar a esparguete e o Bale fazia as brasas para as fêveras. Começava a anoitecer e a comida ainda não estava pronta. Solução? Velas... Num cenário quase medieval, em que se comia carne com massa, onde se bebia por canecas de alúminio enquanto se ouvia o som do rio a correr e onde as velas iluminavam a mesa de pedra, passou-se aquele que foi o melhor jantar da semana no Gerês. Não em termos de qualidade do alimento (embora fosse enorme), mas sim do ambiente vivido.
À noite, a guitarra continuava a ser a melhor companhia destes 4, fazendo ecoar por todo o parque músicas bem conhecidas de todos eles. Já passava das 23 horas, hora a partir da qual não se podia fazer qualquer tipo de ruído.
Amanhã era dia de ir a Braga, à Faculdade. Por isso, o melhor era dormirem para acordarem cedo, tarefa que viria a ser hercúlea para todos... Mas isso, é história para o próximo dia.
Luís Peixoto, the Scottish
O dia começa com o Sol a mostrar-se sem receios sobre as imponentes montanhas do Gerês. A luz envolvida numa pequena brisa matinal fizeram acordar Bale antes de todos os outros, cerca das 9 da manhã. O padeiro também contribui para este despertar, fazendo soar a sua incessante buzina por todo o parque. Bale acorda e exclama: "Ohh Xapo!", numa tentativa de acordar Cocas. Tentativa esta que foi bem sucedida. Após o chamado banho matinal, ambos vão tomar um café à máquina da PUUUUURTARIA!!!. O Rui ainda estava a despertar e o Bósnia, esse, ainda estava enfiado no saco cama, qual sardinha dentro da lata.
Como era preciso fazer compras para comer, o Bale e o Cocas foram até à vila, a pé. Havia algum movimento por lá, mas não havia era dinheiro no bolso de ambos e muito menos nas caixas multibanco. Teria que se esperar pelos outros dois para fazer compras. Depois de mais de uma hora "a ber" nas arcadas da vila, eis que chega o Bósnia e o Rui. O Rui já há muito que estava acordado, mas ficou à espera de sua mordomia Bósnia, que dormiu até às 11.
Chegados todos à vila, havia que fazer compras para jantar à noite. Ao almoço mais uma vez, os chamados "hambúrgas" rolaram bem. De tarde, se a memória não me falha, os 4 desceram o rio pelo meio dos calhaus, sem que qualquer um deles tenha desafiado a gravidade a tal ponto de olhar mais de perto as pedras e o rio. Depois disto, só um mergulho na lagoa revitalizaria estes quatro. Verdade seja dita, aquela lagoa até revitalizaria D. Afonso Henriques...
Tava na hora de começar a cozinhar. Junto ao rio, o Bósnia começava a preparar a esparguete e o Bale fazia as brasas para as fêveras. Começava a anoitecer e a comida ainda não estava pronta. Solução? Velas... Num cenário quase medieval, em que se comia carne com massa, onde se bebia por canecas de alúminio enquanto se ouvia o som do rio a correr e onde as velas iluminavam a mesa de pedra, passou-se aquele que foi o melhor jantar da semana no Gerês. Não em termos de qualidade do alimento (embora fosse enorme), mas sim do ambiente vivido.
À noite, a guitarra continuava a ser a melhor companhia destes 4, fazendo ecoar por todo o parque músicas bem conhecidas de todos eles. Já passava das 23 horas, hora a partir da qual não se podia fazer qualquer tipo de ruído.
Amanhã era dia de ir a Braga, à Faculdade. Por isso, o melhor era dormirem para acordarem cedo, tarefa que viria a ser hercúlea para todos... Mas isso, é história para o próximo dia.
Luís Peixoto, the Scottish
sábado, julho 23, 2005
Diário de bordo - Dia 1
Dia 18 de Julho de 2005.
Logo pela manhã, quatro jovens rudes, do campo, juntam-se para viver uma das maiores epopeias de sempre. Por questões de anonimato, prefiro chamar-lhes Bale, Bósnia, Cocas e Rui. Assim tenho a certeza de que se manterão incógnitos. Cerca das 9:30, juntam-se na Rua Fonte do Mundo, acompanhados de um elemento extra, Mateus. Todos prontos, arrancam para a casa do Mateus, onde um carro, a abarrotar de carga os espera, para lhes fazer companhia numa longa jornada. Antes de tudo, era hora de Mateus voltar para a terra dos boiolas, para passar um mês. Bósnia leva Mateus ao aeroporto. Este tem alguma dificuldade em fazer entender aos guardas do aeroporto que só quer ir para França e não tem qualquer tipo de explosivo dentro dele. Mateus irrita-se e grita "Pirrrrrroka!!!!!" e leva todos os guardas à frente e acaba por embarcar para Paris. É hora de estes quatro seres partirem para o Gerês.
O carro está cheio, o Bósnia conduz sentado em cima da almofada por questões de espaço, o Bale vai ao lado, com os sacos em cima, deixando por momentos de sentir partes importantes do seu corpo. Atrás vai o Rui, por entre fogões, mochilas e instrumentos musicais. O Cocas??? Ah, afinal o Cocas tá no carro, mas está debaixo da carga, o que impossibilita de o encontrar. Mas há esperança de o encontrar quando chegar ao Gerês.
A viagem corre bem, o som continua a bombar no carro. Após cerca de 45 minutos de viagem, surge o Gerês no horizonte. Ao bom estilo de "Royston Vasey", pouca gente circula na rua e existe ali num canto uma "Local Shop". Uns largos metros adiante, o Parque de Campismo do Vidoeiro. O carro a muito custo consegue levar a carga até ao destino e os 4 escolhem um local ermo e sombrio para passarem estes 5 dias. No topo do parque, montam acampamento, local estratégico para controlar toda a movimentação. O melhor era irem comer qualquer coisa, a chamada fome estava a chegar. Na vila comem-se uns hamburguers muito bons. Correcção, hamburguers é para boiolas, para homens a sério, come-se hambúrgas. Depois de aconchegarem a barriga, dão uma volta para ver o que se passa. Nada de especial, para variar. Após o jantar, nada de novo se passa. Tocam-se umas musiquinhas para passar o tempo. Até ao momento, o tempo útil do Rui contabiliza-se em 20 minutos. O resto foi passado a escrever SMS.
- "Num há gaijas??" - Exclama alguém... Parece que não. O melhor é mesmo dormir. O Bale até queria dormir, mas o Cocas mantinha os seus dois telemóveis activos, escrevendo SMS a torto e a direito. Aposto que com o Bósnia se passa o mesmo do que com o Bale, mas o Rui também dá uso extra ao telemóvel. É o que dá ter mil milhões de mensagens de borla. Diz o Cocas que está a falar com amigas. Bale desconfia dos seus planos e começa a pensar se todas aquelas SMS não serão formas de comunciar com todos os Fafenses com vista a invasão mundial e sua consequente destruição. O Cocas fornece um desses números ao Bale e este averigua os seus planos, contactando uma dessas fontes por SMS.
O dia fica por ali. Amanhã haveria mais...
Frase do dia: "Eu não vivo sem pornografia!" - Rui
Luís Peixoto, the Scottish
Logo pela manhã, quatro jovens rudes, do campo, juntam-se para viver uma das maiores epopeias de sempre. Por questões de anonimato, prefiro chamar-lhes Bale, Bósnia, Cocas e Rui. Assim tenho a certeza de que se manterão incógnitos. Cerca das 9:30, juntam-se na Rua Fonte do Mundo, acompanhados de um elemento extra, Mateus. Todos prontos, arrancam para a casa do Mateus, onde um carro, a abarrotar de carga os espera, para lhes fazer companhia numa longa jornada. Antes de tudo, era hora de Mateus voltar para a terra dos boiolas, para passar um mês. Bósnia leva Mateus ao aeroporto. Este tem alguma dificuldade em fazer entender aos guardas do aeroporto que só quer ir para França e não tem qualquer tipo de explosivo dentro dele. Mateus irrita-se e grita "Pirrrrrroka!!!!!" e leva todos os guardas à frente e acaba por embarcar para Paris. É hora de estes quatro seres partirem para o Gerês.
O carro está cheio, o Bósnia conduz sentado em cima da almofada por questões de espaço, o Bale vai ao lado, com os sacos em cima, deixando por momentos de sentir partes importantes do seu corpo. Atrás vai o Rui, por entre fogões, mochilas e instrumentos musicais. O Cocas??? Ah, afinal o Cocas tá no carro, mas está debaixo da carga, o que impossibilita de o encontrar. Mas há esperança de o encontrar quando chegar ao Gerês.
A viagem corre bem, o som continua a bombar no carro. Após cerca de 45 minutos de viagem, surge o Gerês no horizonte. Ao bom estilo de "Royston Vasey", pouca gente circula na rua e existe ali num canto uma "Local Shop". Uns largos metros adiante, o Parque de Campismo do Vidoeiro. O carro a muito custo consegue levar a carga até ao destino e os 4 escolhem um local ermo e sombrio para passarem estes 5 dias. No topo do parque, montam acampamento, local estratégico para controlar toda a movimentação. O melhor era irem comer qualquer coisa, a chamada fome estava a chegar. Na vila comem-se uns hamburguers muito bons. Correcção, hamburguers é para boiolas, para homens a sério, come-se hambúrgas. Depois de aconchegarem a barriga, dão uma volta para ver o que se passa. Nada de especial, para variar. Após o jantar, nada de novo se passa. Tocam-se umas musiquinhas para passar o tempo. Até ao momento, o tempo útil do Rui contabiliza-se em 20 minutos. O resto foi passado a escrever SMS.
- "Num há gaijas??" - Exclama alguém... Parece que não. O melhor é mesmo dormir. O Bale até queria dormir, mas o Cocas mantinha os seus dois telemóveis activos, escrevendo SMS a torto e a direito. Aposto que com o Bósnia se passa o mesmo do que com o Bale, mas o Rui também dá uso extra ao telemóvel. É o que dá ter mil milhões de mensagens de borla. Diz o Cocas que está a falar com amigas. Bale desconfia dos seus planos e começa a pensar se todas aquelas SMS não serão formas de comunciar com todos os Fafenses com vista a invasão mundial e sua consequente destruição. O Cocas fornece um desses números ao Bale e este averigua os seus planos, contactando uma dessas fontes por SMS.
O dia fica por ali. Amanhã haveria mais...
Frase do dia: "Eu não vivo sem pornografia!" - Rui
Luís Peixoto, the Scottish
segunda-feira, julho 18, 2005
Férias
| Caros assiduos leitores, escrevo este "post" apenas para vos dizer que vou uma semana de férias para o Geres. Prometo que quando voltar para casa vos relato tudo (ou quase tudo) que se passou e o que não se passou. Note-se a ausencia de alguns acentos em algumas palavras, mas estou a escrever de um computador frances, na casa do Mateus e o teclado frances ja tem os acentos predefinidos, ou seja, so deixa colocar os que ja vem no teclado. Todos sabemos que os franceses são boiolas... Até daqui a uns dias! Luis Peixoto, the Scottish |
segunda-feira, julho 04, 2005
Blogs recomendados
Quando já tiverem lido todo este blog (e ai de vós que não o façais, pois eu tenho um amigo de Fafe que tem um pau de marmeleiro...) aconselho-vos a irem dar uma vista de olhos (até porque de orelhas não podia ser) aos seguintes blogs:
O Ácido - http://oacido.blog.com/
Mark'ando o Mundo - http://o-mark.blogspot.com/
Gato Fedorento - http://gatofedorento.blogspot.com/
Há Vida em Markl - http://nunomarkl.textamerica.com/
Entretanto, visitem também uns bons sites pornográficos.
A cultura é sempre importante...
Luís Peixoto, the Scottish
O Ácido - http://oacido.blog.com/
Mark'ando o Mundo - http://o-mark.blogspot.com/
Gato Fedorento - http://gatofedorento.blogspot.com/
Há Vida em Markl - http://nunomarkl.textamerica.com/
Entretanto, visitem também uns bons sites pornográficos.
A cultura é sempre importante...
Luís Peixoto, the Scottish
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