Dia 19 de Julho de 2005.
O dia começa com o Sol a mostrar-se sem receios sobre as imponentes montanhas do Gerês. A luz envolvida numa pequena brisa matinal fizeram acordar Bale antes de todos os outros, cerca das 9 da manhã. O padeiro também contribui para este despertar, fazendo soar a sua incessante buzina por todo o parque. Bale acorda e exclama: "Ohh Xapo!", numa tentativa de acordar Cocas. Tentativa esta que foi bem sucedida. Após o chamado banho matinal, ambos vão tomar um café à máquina da PUUUUURTARIA!!!. O Rui ainda estava a despertar e o Bósnia, esse, ainda estava enfiado no saco cama, qual sardinha dentro da lata.
Como era preciso fazer compras para comer, o Bale e o Cocas foram até à vila, a pé. Havia algum movimento por lá, mas não havia era dinheiro no bolso de ambos e muito menos nas caixas multibanco. Teria que se esperar pelos outros dois para fazer compras. Depois de mais de uma hora "a ber" nas arcadas da vila, eis que chega o Bósnia e o Rui. O Rui já há muito que estava acordado, mas ficou à espera de sua mordomia Bósnia, que dormiu até às 11.
Chegados todos à vila, havia que fazer compras para jantar à noite. Ao almoço mais uma vez, os chamados "hambúrgas" rolaram bem. De tarde, se a memória não me falha, os 4 desceram o rio pelo meio dos calhaus, sem que qualquer um deles tenha desafiado a gravidade a tal ponto de olhar mais de perto as pedras e o rio. Depois disto, só um mergulho na lagoa revitalizaria estes quatro. Verdade seja dita, aquela lagoa até revitalizaria D. Afonso Henriques...
Tava na hora de começar a cozinhar. Junto ao rio, o Bósnia começava a preparar a esparguete e o Bale fazia as brasas para as fêveras. Começava a anoitecer e a comida ainda não estava pronta. Solução? Velas... Num cenário quase medieval, em que se comia carne com massa, onde se bebia por canecas de alúminio enquanto se ouvia o som do rio a correr e onde as velas iluminavam a mesa de pedra, passou-se aquele que foi o melhor jantar da semana no Gerês. Não em termos de qualidade do alimento (embora fosse enorme), mas sim do ambiente vivido.
À noite, a guitarra continuava a ser a melhor companhia destes 4, fazendo ecoar por todo o parque músicas bem conhecidas de todos eles. Já passava das 23 horas, hora a partir da qual não se podia fazer qualquer tipo de ruído.
Amanhã era dia de ir a Braga, à Faculdade. Por isso, o melhor era dormirem para acordarem cedo, tarefa que viria a ser hercúlea para todos... Mas isso, é história para o próximo dia.
Luís Peixoto, the Scottish
O dia começa com o Sol a mostrar-se sem receios sobre as imponentes montanhas do Gerês. A luz envolvida numa pequena brisa matinal fizeram acordar Bale antes de todos os outros, cerca das 9 da manhã. O padeiro também contribui para este despertar, fazendo soar a sua incessante buzina por todo o parque. Bale acorda e exclama: "Ohh Xapo!", numa tentativa de acordar Cocas. Tentativa esta que foi bem sucedida. Após o chamado banho matinal, ambos vão tomar um café à máquina da PUUUUURTARIA!!!. O Rui ainda estava a despertar e o Bósnia, esse, ainda estava enfiado no saco cama, qual sardinha dentro da lata.
Como era preciso fazer compras para comer, o Bale e o Cocas foram até à vila, a pé. Havia algum movimento por lá, mas não havia era dinheiro no bolso de ambos e muito menos nas caixas multibanco. Teria que se esperar pelos outros dois para fazer compras. Depois de mais de uma hora "a ber" nas arcadas da vila, eis que chega o Bósnia e o Rui. O Rui já há muito que estava acordado, mas ficou à espera de sua mordomia Bósnia, que dormiu até às 11.
Chegados todos à vila, havia que fazer compras para jantar à noite. Ao almoço mais uma vez, os chamados "hambúrgas" rolaram bem. De tarde, se a memória não me falha, os 4 desceram o rio pelo meio dos calhaus, sem que qualquer um deles tenha desafiado a gravidade a tal ponto de olhar mais de perto as pedras e o rio. Depois disto, só um mergulho na lagoa revitalizaria estes quatro. Verdade seja dita, aquela lagoa até revitalizaria D. Afonso Henriques...
Tava na hora de começar a cozinhar. Junto ao rio, o Bósnia começava a preparar a esparguete e o Bale fazia as brasas para as fêveras. Começava a anoitecer e a comida ainda não estava pronta. Solução? Velas... Num cenário quase medieval, em que se comia carne com massa, onde se bebia por canecas de alúminio enquanto se ouvia o som do rio a correr e onde as velas iluminavam a mesa de pedra, passou-se aquele que foi o melhor jantar da semana no Gerês. Não em termos de qualidade do alimento (embora fosse enorme), mas sim do ambiente vivido.
À noite, a guitarra continuava a ser a melhor companhia destes 4, fazendo ecoar por todo o parque músicas bem conhecidas de todos eles. Já passava das 23 horas, hora a partir da qual não se podia fazer qualquer tipo de ruído.
Amanhã era dia de ir a Braga, à Faculdade. Por isso, o melhor era dormirem para acordarem cedo, tarefa que viria a ser hercúlea para todos... Mas isso, é história para o próximo dia.
Luís Peixoto, the Scottish
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